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Arquivo da tag: Passeios culturais

O CPA/RJ te leva: Museu Histórico da Fazenda das Posses

Réplica da Fazenda das Posses 1904 Fonte: Acervo pessoal

Réplica da Fazenda das Posses 1904
Fonte: Acervo pessoal

Repleto de objetos, como: louças, bomba de gasolina, máquina de lavar, trajes de vestuário, moedas, etc., de várias décadas do século XX. O acervo do Museu é bem diversificado, com ambientes montados que demonstram uma casa de colono, do começo do século passado.

O Museu Histórico da Fazenda das Posses é um Patrimônio Material que retrata bem a colonização holandesa na região. Um ponto turístico, cultural e histórico que vale a visita.

Diversas peças do acervo. Fonte: Acervo pessoal

Diversas peças do acervo.
Fonte: Acervo pessoal

Máquina de lavar de 1962. Fonte: Acervo pessoal

Máquina de lavar de 1962.
Fonte: Acervo pessoal

O Museu está localizado ao lado do Ginásio de Esportes, da Cooperativa de Campos de Holambra, no estado de São Paulo. A visita é gratuita, mas ela deve ser agendada pelo telefone (014) 9787-4760, com o Sr. Antônius Eltink.

Bomba de gasolina (datada de metade do século XX). Fonte: Acervo pessoal

Bomba de gasolina (datada de metade do século XX).
Fonte: Acervo pessoal

 

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CPA/RJ – Férias!

2012 em fotos:

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Férias

O Centro de Pesquisas da Antiguidade/CCJ vai dar uma paradinha aproveitando as férias escolares e retornará em janeiro de 2013, com muitas curiosidades sobre o mundo antigo.

Nós do CPA/RJ desejamos ótimas festas e um feliz ano novo para todos, até a volta.

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Diário de bordo!

Dia 15 de novembro de 2012

8h Depois de encontrar na mesa do café da manhã: pimentão, cebola, tomate, pepino, creme de grão de bico, salsichas, e ovos, reforçamos a alimentação e saímos para explorar o local. Encontramos com o guia no portão de Jaffa, para visitar alguns lugares fora de Jerusalém, à primeira coisa a fazer era alugar um carro. Ao conversar com nosso guia percebemos como o conflito se intensificará, ele nos relatou que morava a quinze Km da Faixa de Gaza e que durante a noite muitas vezes tinha que se proteger com sua família, num cômodo a prova de mísseis, quando tocava a sirene. Relatou-nos também que três pessoas morreram por não obedecerem às regras de segurança. Ele ainda nos descreveu a dificuldade em manter as crianças longe da tensão, já que elas queriam ver a interceptação dos mísseis, algo que é extremamente perigoso. Mas voltemos à viagem.

9h Já a Caminho de Masada, ao sair de Jerusalém o que me chamou atenção foram alguns acampamentos rudimentares ao longo do Deserto da Judéia, eram beduínos, que vivem da agricultura ou da criação de cabras, que também podem ser vistas da rodovia. 

Beduínos

A cada momento surgiam cenários muito diferentes daqueles aos quais estamos acostumados, Camelos, deserto. Da rodovia vimos à cidade de Jerico, e depois de pouco mais de 250 km percorridos chegamos a Masada.

10:45h Essa construção de Herodes o grande, sempre me despertou muita curiosidade, um lugar cheio de História,  arqueologia ali encontrou campo fértil, lá vimos a demarcação de acampamentos romanos, toda a representação da estrutura da fortaleza que Herodes construiu para se proteger de possíveis ataques. E que acabou servindo de refúgio para os Zelotes.

Foi muito interessante ver o rabino escrevendo a mão o texto sagrado no alto da montanha da fortaleza em Masada.

O certo seria passar o dia todo em Masada, mas como nosso tempo era pouco, depois de muitas fotos, e da visita guiada, seguimos para o mar morto.

Mar Morto

12:30h Nunca imaginei que o Mar Morto fosse dividido em praias particulares, claro que tem uma pública também. Fomos orientados a ir em uma particular por conta da qualidade, foi nos apresentado duas alternativas: comprar cremes do mar morto e ganhar bilhetes para a praia, ou pagar as entradas na praia. Claro que preferi comprar cremes, que são famosos pela qualidade e garantia de que realmente funcionam.

Enfim chegamos à praia, tudo muito interessante, já de início vi muitas pessoas passando a lama preta no corpo, entramos nessa e não é que a lama faz efeito. Depois dessa experiência, entramos na água que ninguém é de ferro, e seriam alguns poucos minutos de relaxamento.

Já dentro da água caiu à ficha que estava em Israel, boiando naquela água super salgada, olhei para o lado é vi o deserto de Moab, virei para o outro lado e vi o deserto da Judeia, as lágrimas vieram pois me dei conta que meu sonho era realidade.

13:40 Com muita pena de sair daquela maravilha de praia, e constatar que realmente vale escolher uma praia particular dado toda a estrutura, tomamos banho e fomos almoçar, na fila sem muita fluência no inglês, pedimos um sanduíche, e depois continuamos a viagem.

14:30 Estavamos a caminho de Quram, um lugar incrível, onde se pode conhecer mais profundamente a História do povo que vivia ali, possivelmente os essênios.

Ver as cavernas, e saber que de uma delas saiu os famosos manuscritos do Mar Morto. Além de sítios arqueológicos, documentários. Fez a tarde repleta de conhecimento.

Contando como cenário o Deserto da Judeia e o Mar Morto, um lugar incrível que jamais esquecerei.

Deserto de Moab, Mar Morto e Deserto da Judeia

Além de tudo isso ainda encontramos muitas lojas recheadas de livros e documentários que vale a pena conferir.

15:50 Horário definido para o retorno, pois teríamos que entregar o carro 17:30 em Jerusalém.

Na estrada passavam vários comboios do exército israelense, e em alguns pontos o trânsito era interrompido para fiscalização.

17:50 Depois de entregar o carro, caminhamos pelo pedaço de terra mais caro em Jerusalém, a Street King Davi, uma rua lindíssima, com antiquários, e lojas com objetos caríssimos.

18:20 Pegamos um taxi, já sem o guia, para visitar o Museu do Holocausto, no caminho vimos uma manifestação, com faixas escritas em hebraicos e gritos de ordem? Perguntamos ao taxista, mas ele com o inglês meio árabe e nós com um inglês, meia boca, acabamos por não entender.

Pensei neste momento que todas as aulas em nossa vida escolar merecem atenção e empenho, olha lá eu precisando das aulas de inglês que tanto odiava.

18:50 Chegamos ao museu e de cara a arquitetura saltou aos olhos,  o museu pareceu me um lugar de preservação da memória e homenagem as vítimas. Imagens chocantes, e pelo áudio-guia ouvíamos a descrição de todo horror vivido pelos judeus neste período.

Os jardins são belíssimos, e o museu enorme, extremamente organizado, só muito triste.

21:00 Chegamos ao hotel, deixamos as mochilas e saímos para comer, por conta de estarmos em um bairro árabe e ser dia do descanso deles? Quase tudo estava fechado, por sorte achamos um lugar onde podemos saborear, frango frito com batata, claro que a moda árabe, mas muito gostoso, mesmo porque a fome era muita.

Em quarenta minutos estávamos no hotel de volta, pois o local estava bem deserto, achamos melhor não demorar, já que o conflito só aumentava.

No hotel, começamos a ouvir o estouro de bombas de gás lacrimogêneo, várias buzinas, e sirenes, uma sensação muito estranha, nosso guia já havia comentado e nos alertado para proteger-nos.

Diário de Bordo continua amanhã!

 
 

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Dicas de viagem do CPA/RJ!

A cidade do Porto tem lugares imperdíveis, com uma arquitetura belíssima como o Palácio da Bolsa, o Castelo do queijo, a torre dos Clérigos, o Castelo de São João da Foz, a Universidade do Porto e claro a linda vista do rio Douro e da ponte Luiz I, isso sem falar das ruas do Porto que por si só já são um cartão postal.

Lugares do período medieval, moderno e contemporâneo que encantam e remetem a História. Vale à pena conferir!

Palácio da Bolsa

Castelo do queijo

Torre dos Clérigos

Castelo de São João da Foz

Universidade do Porto

Rio Douro

Ponte Luiz I

Rua do Porto

 
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Publicado por em 15/11/2012 em CULTURA E SOCIEDADE

 

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CPA/RJ te leva! Castelo Rodrigo

Por pesquisadora Elaine Herrera

Um lugar onde a antiguidade fez História e ainda hoje é um convite a uma viagem no tempo. Ao norte de Portugal, uma aldeia histórica, pertencente ao Distrito de Guarda, chamada de Castelo Rodrigo, foi um povoado iniciado por volta de 500 a.C. por uma tribo dos Túrdulos, oriundos dos Tartessos[1], povo que já existia desde o século X a.C e desapareceu no século VI a.C., acredita-se que tenham sido varridos pelos cartagineses.

Na ascensão do Império Romano, o antigo povoado passou a ser ocupado por romanos, já na Idade Média o povoado passou por muitas ocupações, esteve ora sobre domínio espanhol, ora sobre domínio português, sendo dominada também por árabes. Ainda no medievo fixou-se ali uma comunidade judia (aljama), fugindo da perseguição católica na Espanha. Até hoje uma das ruas, chama-se Rua da Sinagoga.

Ruínas do Castelo Rodrigo

Por este povoado passaram muitas personalidades, dentre elas: o avô de Pedro Alvares Cabral, João de Gouveia, Cristóvão de Moura duas vezes Vice-rei de Portugal, o Conde de Marialva, Francisco Coutinho, e o filho de D. Manuel I, o Infante D. Fernando.

Ruas que cercam o Castelo

Oliveiras em torno do Castelo

 O Palácio foi construído em 1590, tornando-se a residência do Vice rei de Portugal, D. de Moura. No século XVIII, o Castelo Rodrigo foi destruído pelos espanhóis, mas mesmo, em meio as suas ruínas, vemos a sua imponência e da aldeia[2] que o cerca, um local alto e histórico, apropriado para uma xícara de chá e um pedaço de bolo de amêndoas portuguesas, debaixo de uma oliveira e com vista para a fronteira com a Espanha.

 

[1]Pausanias faz menção aos tartessos no século II a.C. (Paus. Desc. 6. XIX.3).

[2] Atualmente vive na aldeia histórica de Castelo Rodrigo, 65 pessoas.

 

 

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CPA/RJ te leva! Núcleo Museológico

Por pesquisadora Elaine Herrera

 

O Núcleo Museológico é mais uma das opções em Lisboa para se ver um pouco mais da História Antiga, e também de outros períodos da História. Já que seu acervo se constitui em objetos que são datados do século VII a.C. até o séc. XVIII, com particular destaque para o período islâmico do séc. XI e XII.

Localizado na Freguesia do Castelo, o Núcleo Museológico funciona das 10h às 17h, mas está sujeito as condições meteorológicas, o bilhete para visitação custa 7,50 euros.

Um importante espaço que conserva o patrimônio, a tradição e a cultura portuguesa. A frente do Núcleo há um enorme pátio, com uma vista privilegiada de Lisboa e do rio Tejo.

 

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CPA/RJ te leva! Sítio Romano

Por pesquisadora Elaine Herrera

 

Em 1990 uma reforma no claustro da Igreja da Sé em Lisboa, revelou uma descoberta importantíssima para a reconstituição da História Antiga Romana. As diversas estruturas do sítio arqueológico podem se datadas do séc. VIII a.C ao séc. XIV, período em que o claustro foi construído.

Nele foram encontrados objetos de cerâmica de características orientais que remetem-se aos fenícios, a calçada romana do séc. I d.C. e as lojas romanas encontradas do séc. IV d.C. demonstram os vários períodos da História romana antiga, no local.

No sítio pode-se ainda ver, vestígios islâmicos, de meados do século XI. A Sé Catedral de Lisboa foi construída após a conquista de Lisboa aos Mouros, em 1.147, em estilo Românico, ampliações no séc. XIV e XVII deram a catedral características do estilo gótico e barroco.

Para se visitar o sítio paga-se ao Instituto dos Museus e da Conservação 5,00 euros.

 

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