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Arquivo da tag: Grécia

A substância para Aristóteles

Por pesquisador convidado Yuri Araújo

Aristóteles foi um dos maiores filósofos de sua época, influenciando grande parte do pensamento filosófico da eras posteriores, como na idade média por exemplo, graças a livros como “Metafísica” onde podemos encontrar o conceito de Aristóteles sobre a substância. A substância, que vem do grego “ousia” e que significa “ser” e que alguns chamam de essência, seria basicamente aquilo que fundamenta as coisas e que teve sua teoria criada basicamente para explicar a mudança. Para Aristóteles a substância possui quatro características, que seriam: seria tudo aquilo que não pode ser predicado, aquilo que existe independente de todo o resto, aquilo que permanece através da mudança e sendo também aquilo que é a união da matéria e da forma essencial.

Para entendermos melhor a primeira característica devemos conhecer antes o conceito das categorias de Aristóteles, onde ele tenta mostrar algumas categorias, sendo a primeira a substância e considerada por ele o único sujeito e todas as outras categorias sendo predicados, ou seja, a substância não pode ser dita de um sujeito e nem em um sujeito. A substância então seria um recebedor de predicados, mas nunca seria um predicado propriamente.

O significado da segunda característica seria a de que a substância existe e pode ser pensada independente da matéria e da propriedade. Ela então seria a base de tudo e sem ela nada poderia existir. Nessa característica podemos ver uma relação entre os números e a substância, mas apesar dos números poderem ser pensados independentes de todo o resto sua existência possui dependências.

Na terceira característica vemos que a substância só sofre mudança nela mesma, há outras coisas que podem ser assim, porém essa mudança seria extrínseca a ela enquanto na substância a mudança seria na forma de geração e corrupção, ou seja, nela mesma.  Uma boa forma de se entender esse fato é que ao colocarmos um pedaço de cera de abelha (tendo ela características como aroma, forma e textura) no fogo, ela sofreria mudanças em suas características, porém continuaria sendo cera, pois a substância (essência) que a define não mudaria.

Na última característica vemos a substância como a união entre dois conceitos: a matéria e a forma. A matéria seria aquilo de que um ser é constituído ou é feito. Aquele indeterminado que poderia receber determinações. A forma seria aquilo que se mostra de algo, ou seja, seu aspecto.

Assim podemos concluir que, para Aristóteles a substância seria o fundamento de tudo, seria aquilo do qual podemos falar algo, que poderíamos pensar sem interligarmos a nada diretamente, que se mantêm quando todo o resto muda e que seria a base para a união daquilo que se mostra com aquilo de que algo é feito.

Yuri Flores Araujo é nosso pesquisador convidado dentro do Dia do Leitor.

Referência Bibliográfica:

ARISTÓTELES. Metafísica – tradução e comentário de Giovanni Reale. São Paulo:Edipro, 2006.

 
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Publicado por em 19/09/2011 em FILOSOFIA, HISTÓRIA ANTIGA

 

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Você Sabia?

Erato, A Musa da Poesia amorosa ou romântica

Pesquisadora Valéria Albuquerque

ERATO, musa da canção de música e dança

Seu nome significa “a bela” ou “amada” do eratos palavra grega. “Adorável“, a amável, que desperta o desejo. A Musa da poesia
lírica, particularmente a poesia amorosa ou erótica, e da mímica. Na antiguidade clássica – quando as Musas foram atribuídas específicas esferas artísticas – ela foi nomeada musa da poesia erótica e representada segurando uma lira. Ela então é representada usualmente com uma lira ou com uma coroa de rosas. Teve com Arcas o filho Azan.

Érato (a que dá júbilo) era a musa da poesia lírica e tinha por símbolo a flauta, sua invenção. Ela é uma jovem, que aparece coroada de flores, tocando o instrumento de sua invenção. Ao seu lado estão papéis de música, oboés e outros instrumentos. Por estes atributos, os gregos quiseram exprimir o quanto as letras encantam aqueles que as cultivam.

 REFERÊNCIAS:

http://prosimetron.blogspot.com/2008/06/jean-luc-nancy-sobre-poesia-2.html

http://eventosmitologiagrega.blogspot.com/2010_12_01_archive.html

http://recantodasletras.uol.com.br/ensaios/2472452

 

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Ares – arquétipo masculino

Ares

Por Leandro Silvio

A retratação dos deuses olimpianos designa o que é projetado aos homens, cada qual por um arquétipo individualizado que representa o homem. Brandão (2009) aponta este fato no que convencionou chamar de complexo de Zeus. Uma tendência a monopolizar a autoridade e a destruir, nos outros a manifestação de autonomia. Esta descrição é tida por observarem-se determinadas atitudes do poderoso Zeus.

Todos os deuses possuem uma retratação que caracteriza o homem. Com Ares não é diferente. Brandão (2009) afirma que Ares
está relacionado com o grego aré, “desgraça, infortúnio”, pois Ares é a representação desde o panteão homérico como o deus da guerra e da violência.

Apolo é representado como a reflexão e a prudência e Ares se notabiliza pelos músculos e pela força física. Seu prazer está em participar da violência e do sangue, como visto na guerra de Tróia onde coloca-se ao lado dos troianos, aborrecendo sua mãe Hera e Atena, sua irmã e rival na guerra, para agradar Afrodite, não importando com a opção de combater ao lado dos gregos ou dos troianos, pois não importa a causa que defende ou de que lado combata.

Observando Ares, e seu comportamento, verificamos que o deus não se “encaixa”no espírito grego, com exceção de Esparta. Ares como relata Brandão (2009) é de físico perfeito, como lhe chama o aleijado deus das forjas Hefesto, nunca se casou,
preferindo apenas o “físico”. Todos os seus filhos foram cruéis e sanguinários, como Deimos, o terror, Phobos, o medo, Cicno,Diomedes Trácio, Licaon e Fereu.

A mais séria aventura amorosa do deus foi com Afrodite, a deusa do amor e mais bela entre as deusas do Olimpo, casada com o coxo Hefesto. Ares era ridicularizado por seus pares, desprezado pelos pais e até pelos poetas que o chamavam de bebedor de sangue, deus das lágrimas e flagelo dos homens, epítetos deprimentes. Por fim, Ares torna-se um antípoda do equilíbrio apolíneo entre os gregos, por sua incapacidade de adaptar-se ao espírito grego.

Por ser mais brutal e menos civilizado, o deus Ares é considerado similar, mas não equivalente ao Marte romano, como revelam WILKINSON & PHILIP(2010). O prazer em lutar pelo mero prazer era repudiado. Portanto em seus mitos era constantemente derrotado graças a seu infortunado amor pelas batalhas e por se jogar ardentemente e inconseqüentemente a guerra indiferente ao lado vencedor ou perdedor, desde que houvesse derramamento de sangue. Este amor pelo conflito não era acompanhado da sabedoria de Atena, e foi inúmeras vezes derrotado pela própria deusa, assim como foi derrotado por Diomedes. Héracles e pelos gigantes filhos de Poseidon, Oto e Efialtes, que o prenderam em um jarro de bronze por 13 meses, até ser liberto por Hermes.

Ares foi o primeiro a ser julgado por homicídio, quando matou Halirrótio, filho de Poseidon. Julgado por 12 deuses na colina da Acrópole de Atenas que ficou conhecida como Areópago, lugar em que os atenienses passaram a julgar os homicídios.

Concluído Ares representa as características humanas que o homem precisa ter em batalha, mas que somente os leva a vitória se estiver em comunhão com as representaçõesmasculinas de Apolo e acompanhado da sabedoria estratégica de Atena.

 Referências Bibliográficas:

BRANDÂO, Junito de Souza, Mitologia grega, vol II, 18º edição, Petropolis, RJ< vozes, 2009.

WILKINSON & PHILIP, 1955, guia Zahar:mitologia/ WILKINSON & PHILIP,segunda edição ,Rio de Janeiro, Jorge Zahar Ed, 2010

 

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Agenda Cultural

 

Estudante de Museologia

Os estudantes de museologia de todo o país já podem inscrever seus trabalhos para participar do IV Encontro Nacional de Estudantes de Museologia. O prazo para as inscrições vai até 8 de abril e o tema deste ano é “Museologia e Interdisciplinaridade”.

Os resumos serão avaliados por uma Comissão Científica que não terá acesso aos dados dos autores e este  processo será confidencial. A divulgação dos selecionados será feita em 30 de maio e as apresentações acontecerão durante o IV ENEMU, que será realizado entre 10 e 15 de julho, na Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia, GO. Veja como se inscrever.

Mais informações pelos e-mails  enemugoiania@hotmail.com; ouvinteenemu@hotmail.com, apresentacoesenemu@hotmail.com. Blog: www.ivenemu.blogspot.com. Twitter: @IV_ENEMU_2011.

 

UNIVERSIDADE GAMA FILHO

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM

DIPLOMACIA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS

CONVIDAM PARA PALESTRA GRATUITA

AS PROVAS DO ITAMARATY E A FORMAÇÃO DOS DIPLOMATAS BRASILEIROS:

CONTRIBUIÇÕES DA LÍNGUA PORTUGUESA E DA HISTÓRIA
 
Coordenadora: Profª. Rita de Cássia Barbosa Barros
Doutoranda em Ciências Sociais – Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).
 
Convidados:
 
Prof. André Nemi Conforte
Doutor em Língua Portuguesa pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
 
Palestra:
“Comunicação em prosa moderna” de Othon Moacyr Garcia como bibliografia de formação dos aspirantes à carreira diplomática.

Prof. Sérgio de Sousa Montalvão
Doutor em História, Política e Bens Culturais pelo Centro de Pesquisa e Documentação em História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas (CPDOC/FGV).
 
Palestra:
O perfeccionismo do texto: como a leitura de Sérgio Buarque de Holanda pode ajudar nas provas do Itamaraty?

LOCAL: UNIVERSIDADE GAMA FILHO – CAMPUS CANDELÁRIADATA: 13/04/2011 ÀS 18:30 H – 60 VAGAS

 AV. PRESIDENTE VARGAS, 62Auditório, 6° andar

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: (21) 2278-3975 – ri.pedagogicougf@yahoo.com.br

 

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Aconteceu no CCJ – Palestra : “O Perfil Educacional do Apóstolo Paulo”

 

O Centro de Pesquisas da Antiguidade (CPA/RJ) realizou no dia 22 de março de 2011,  no auditório do Centro Cultural Jerusalém (CCJ) a palestra “O Perfil Educacional do Apóstolo Paulo”.  A palestra foi apresentada pela pedagoga e pesquisadora Valéria de Albuquerque, a pesquisa foi aprofundada no perfil humanista do apóstolo Paulo, desde seu nascimento em Tarso até sua formação com o rabino Gamaliel no Templo de Jerusalém.

Estiveram no evento mais de 170 pessoas, entre elas graduados e graduando em História, Geografia, Turismo, Pedagogia, Teologia Filosofia e outras áreas.

Wagner Luiz da Silva graduado em Letras Grego/Português

Wagner nos prestigiou com sua presença carismática. Contribuindo para o enriquecimento com seu conhecimento a todos os presentes, relatou a magnitude do evento e a presença marcante da palestrante Valéria de Albuquerque elogiando sua familiaridade com o assunto em questão, indo além das expectativas do público.

Rosilane Batista dos Santos – Graduada em História

O CPA também entrevistou a professora de História Rosilane Batista dos Santos que se encantou com a estrutura do Centro Cultural Jerusalém, a riqueza cultural que pode proporcionar ao público e o alto nível intelectual em que se desenvolveu a Palestra da pedagoga Valéria de Albuquerque.

A equipe do Centro de Pesquisas da Antiguidade/RJ agradece a todos os participantes, colaboradores e patrocinadores que fizeram desta palestra um grande acontecimento, que sem dúvidas propiciou o aprofundamento nos estudos acerca do Apóstolo Paulo.

 

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“CLIO” – A MUSA GREGA DA HISTÓRIA

Por pesquisadora Valéria Albuquerque

CLIO

Da união de Zeus e Mnemósine nasceram nove musas, personificando as artes e as ciências. Clio (ou Arauto) é uma delas, a musa grega da História. Representada como uma jovem com uma coroa de louros e um pergaminho nas mãos, ela é frequentemente acompanhada por um baú de livros, compostas por representações iconográficas.

Metaforicamente, Clio simboliza que o conhecimento é fruto da leitura e do estudo e, nas lendas gregas, a musa é referida como aquela que legou o alfabeto aos homens. Portanto, a ela é atribuída à introdução do alfabeto fenício na Grécia.

Festividades, celebração, cantos e glórias dos guerreiros e o renome de um povo compõem o cenário de Clio; seus símbolos são também o clarim heróico e a clepsidra (um dos primeiros instrumentos para medir o tempo): “Aos seus atributos acrescentam-se ainda o globo terrestre sobre o qual ela descansa, e o tempo que se vê ao seu lado, para mostrar que a história alcança todos os lugares e todas as épocas”.

 Seu nome tem o significado “Proclamadora”, cabia a ela a divulgação, a celebração da fama. Com Pierus rei da Macedônia, foi mãe de Jacinto. A imagem de Clio costuma estar acompanhadas de símbolos usuais como o rolo de pergaminho ou um conjunto de tábuas para a escrita. Aos seus atributos acrescentam-se ainda o globo terrestre sobre o qual ela descansa.

Segundo a Iconologia de Cesare Ripa[1], Clio é a musa que preside a História. O instrumento musical descrito por Ripa para a musa Clio é uma trompa (ou trombeta), instrumento que representa a função desta musa na História, presente, também, nos quadros de Rafael e Poussin.

Pintura de Visconti

Já para Visconti Clio está ligada aos primitivos instrumentos de sopro, que originaram as flautas, ela canta a glória dos tempos antigos restituindo-os ao presente. Uma musa envolvida com a musicalidade na antiguidade.

Concluindo neste mês de março, internacionalmente conhecido como mês da mulher é muito oportuno lembrarmos de Clio, já que história  em nosso idioma, é uma palavra que apresenta-se no feminino.

 [1] Escritor italiano do século XVI.

 Referência Bibliográfica:

ARANHA, Maria Lúcia. História da Educação. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Moderna, 1996.

Outras Referências:

“A iconografia das Musas de Eliseu Visconti: uma interpretação simbolista” – Por Valéria Ochoa Oliveira, Mestre em História. Linha História da Cultura do Programa de Pós Graduação em História./ UFU. Professora adjunta de desenho do Departamento de Artes Plásticas / UFU. E artista plástica.

http://www.festivaldearte.fafcs.ufu.br/2005/dialogo-06-c.htm

 Entre Clio e Melpomene: “A Batalha de Salamina em Heródoto e Ésquilo”.

www.cerescaico.ufrn.br/mneme

“A ESCRITA DE CLIO NOS TEMPOS DA MNEMÓSIME: OLHARES SOBRE MATERIAIS PEDAGÓGICOS PRODUZIDOS PELOS MUSEUS” – Carina Martins Costa.

Educação em Revista | Belo Horizonte | n. 47 | p. 217-240 | jun. 2008.

 “QUANDO CLIO SE ENCONTRA COM CALÍOPE” – Prof. Gerson Donato – Mestrando em História social na FFLCH da USP

Sob a orientação da Prof ª Doutora Nanci Leonzo.

A pesquisadora Valéria Albuquerque estará dia 22 de março, no auditório do Centro Cultural Jerusalém, ministrando a palestra:” O Perfil Edicacional do Apóstolo Paulo”.

 

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Agenda Cultural

 

Para quem faz ou aprecia qualquer tipo de arte. Para quem quer aprimorar sua cultura geral. Para quem estuda ou ensina arte, história e temas afins. Para quem vai viajar e gostaria de aproveitar melhor o que vê. Para quem tem curiosidade e quer refinar sua formação geral ao longo da vida. Para todas essas pessoas, entre as quais certamente nos incluímos eu e você, o Instituto Mantiqueira de Música e Arte inaugura um novo curso neste mês de março: História da Arte.

A nova turma começa a partir do dia 14, segunda-feira, às 19h30, conduzida pela professora Letícia Martins de Andrade*. O primeiro módulo contemplará os tópicos:

*O que é arte?; *Espaço e Composição; * Cor, Pré-História; *Egito; * Mesopotâmia; *O período Pré-Helênico e *Grécia.

Mais informações: imma@imma.art.brc ou à R. Xavier Lisboa, 167, no centro de Itajubá. As vagas são limitadas.

Fonte: http://www.imma.art.br/

X SEMANA DA MULHER

“Educação, gênero e movimentos sociais”

29, 30 e 31 de março de 2011.

 

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA

29|03|2011 (Terça-feira)

19h30

Mesa de abertura:

Maria Amélia Máximo de Araújo (Pró-Reitora de Extensão-Unesp)

Mariângela Spotti Lopes Fujita (Diretora da Unesp-Marília)

Tânia Suely Antonelli Marcelino Brabo (NUDHUC-Unesp)

20h00

Conferência: Educação, gênero e movimentos sociais.

Expositoras: Eva Alterman Blay (NEMGE-USP)

Sofia Marques da Silva (Universidade do Porto- Portugal)

Coordenação: Tânia Suely Antonelli Marcelino Brabo (NUDHUC-Unesp)

30|03|2011 (Quarta-feira)

8h00

Mesa-redonda: Mulher indígena e Educação

Expositoras: Augusta Eulália Ferreira (CIMI-Conselho Indigenista Missionário-MT)

Valdenice Cardoso Vaití (Aldeia Índia Vanuíre-Tupã-SP)

Lidiane Damaceno Cotiú (Aldeia Índia Vanuíre-Tupã-SP)

Roberto Tadeu Vaz Curvo (Defensor Público de Cuiabá / Representante do Brasil na Corte Interamericana de

Direitos Humanos-Costa Rica)

Coordenação: Yoshiko Tanabe Mott (NUDHUC-Unesp-Marília)

14h00-17h00 Comunicações Científicas

19h30

Mesa-redonda: Mulher negra e educação

Expositores: Lúcia Helena Oliveira Silva (Unesp-Assis)

Dagoberto José Fonseca (Unesp-Araraquara)

Coordenação: Maria Valéria Barbosa (Unesp-Marília)

31|03|2011 (Quinta-feira)

8h00

Mesa-redonda: Educação e sexualidade

Expositores: Regina Facchini (Pagu/UNICAMP)

Dimitri Nascimento Sales (Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania)

Coordenação: Hugues Costa França Ribeiro (Unesp-Marília)

14h00 – 17h00

Filme e debate: Um dia muito especial” (Una Giornata Particolare) – Ano: 1997 (Itália); Direção: Ettore Scola; Duração

105 min; Gênero: Drama

Debatedoras: Érika Cecília Soares Oliveira (Doutoranda em Psicologia – Unesp-Assis)

Késia dos Anjos Rocha (Mestranda em Educação – Unesp-Marília)

Valéria Pall Oriani (Mestre em Educação – Unesp-Marília)

19h30

Mesa-redonda: Mulher rural e Políticas Públicas

Expositoras: Griselda Alfaro (Universidade de Tucuman-Argentina)

Dulce Consuelo Andreatta Withaker (Unesp-Araraquara)

Lídia Maria Vianna Possas (Unesp-Marília)

Representante da Secretaria de Políticas para as Mulheres (Brasília) (a confirmar)

Coordenação: Martha dos Reis (Unesp-Marília)

Mais informações:  http://www.marilia.unesp.br/

Fonte: http://www.anpuh.org/agenda/view?ID_AGENDA=1249

 

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