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Arquivo da tag: Grécia

Agenda Cultural

 

Estudante de Museologia

Os estudantes de museologia de todo o país já podem inscrever seus trabalhos para participar do IV Encontro Nacional de Estudantes de Museologia. O prazo para as inscrições vai até 8 de abril e o tema deste ano é “Museologia e Interdisciplinaridade”.

Os resumos serão avaliados por uma Comissão Científica que não terá acesso aos dados dos autores e este  processo será confidencial. A divulgação dos selecionados será feita em 30 de maio e as apresentações acontecerão durante o IV ENEMU, que será realizado entre 10 e 15 de julho, na Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia, GO. Veja como se inscrever.

Mais informações pelos e-mails  enemugoiania@hotmail.com; ouvinteenemu@hotmail.com, apresentacoesenemu@hotmail.com. Blog: www.ivenemu.blogspot.com. Twitter: @IV_ENEMU_2011.

 

UNIVERSIDADE GAMA FILHO

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM

DIPLOMACIA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS

CONVIDAM PARA PALESTRA GRATUITA

AS PROVAS DO ITAMARATY E A FORMAÇÃO DOS DIPLOMATAS BRASILEIROS:

CONTRIBUIÇÕES DA LÍNGUA PORTUGUESA E DA HISTÓRIA
 
Coordenadora: Profª. Rita de Cássia Barbosa Barros
Doutoranda em Ciências Sociais – Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).
 
Convidados:
 
Prof. André Nemi Conforte
Doutor em Língua Portuguesa pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
 
Palestra:
“Comunicação em prosa moderna” de Othon Moacyr Garcia como bibliografia de formação dos aspirantes à carreira diplomática.

Prof. Sérgio de Sousa Montalvão
Doutor em História, Política e Bens Culturais pelo Centro de Pesquisa e Documentação em História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas (CPDOC/FGV).
 
Palestra:
O perfeccionismo do texto: como a leitura de Sérgio Buarque de Holanda pode ajudar nas provas do Itamaraty?

LOCAL: UNIVERSIDADE GAMA FILHO – CAMPUS CANDELÁRIADATA: 13/04/2011 ÀS 18:30 H – 60 VAGAS

 AV. PRESIDENTE VARGAS, 62Auditório, 6° andar

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: (21) 2278-3975 – ri.pedagogicougf@yahoo.com.br

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Aconteceu no CCJ – Palestra : “O Perfil Educacional do Apóstolo Paulo”

 

O Centro de Pesquisas da Antiguidade (CPA/RJ) realizou no dia 22 de março de 2011,  no auditório do Centro Cultural Jerusalém (CCJ) a palestra “O Perfil Educacional do Apóstolo Paulo”.  A palestra foi apresentada pela pedagoga e pesquisadora Valéria de Albuquerque, a pesquisa foi aprofundada no perfil humanista do apóstolo Paulo, desde seu nascimento em Tarso até sua formação com o rabino Gamaliel no Templo de Jerusalém.

Estiveram no evento mais de 170 pessoas, entre elas graduados e graduando em História, Geografia, Turismo, Pedagogia, Teologia Filosofia e outras áreas.

Wagner Luiz da Silva graduado em Letras Grego/Português

Wagner nos prestigiou com sua presença carismática. Contribuindo para o enriquecimento com seu conhecimento a todos os presentes, relatou a magnitude do evento e a presença marcante da palestrante Valéria de Albuquerque elogiando sua familiaridade com o assunto em questão, indo além das expectativas do público.

Rosilane Batista dos Santos – Graduada em História

O CPA também entrevistou a professora de História Rosilane Batista dos Santos que se encantou com a estrutura do Centro Cultural Jerusalém, a riqueza cultural que pode proporcionar ao público e o alto nível intelectual em que se desenvolveu a Palestra da pedagoga Valéria de Albuquerque.

A equipe do Centro de Pesquisas da Antiguidade/RJ agradece a todos os participantes, colaboradores e patrocinadores que fizeram desta palestra um grande acontecimento, que sem dúvidas propiciou o aprofundamento nos estudos acerca do Apóstolo Paulo.

 

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“CLIO” – A MUSA GREGA DA HISTÓRIA

Por pesquisadora Valéria Albuquerque

CLIO

Da união de Zeus e Mnemósine nasceram nove musas, personificando as artes e as ciências. Clio (ou Arauto) é uma delas, a musa grega da História. Representada como uma jovem com uma coroa de louros e um pergaminho nas mãos, ela é frequentemente acompanhada por um baú de livros, compostas por representações iconográficas.

Metaforicamente, Clio simboliza que o conhecimento é fruto da leitura e do estudo e, nas lendas gregas, a musa é referida como aquela que legou o alfabeto aos homens. Portanto, a ela é atribuída à introdução do alfabeto fenício na Grécia.

Festividades, celebração, cantos e glórias dos guerreiros e o renome de um povo compõem o cenário de Clio; seus símbolos são também o clarim heróico e a clepsidra (um dos primeiros instrumentos para medir o tempo): “Aos seus atributos acrescentam-se ainda o globo terrestre sobre o qual ela descansa, e o tempo que se vê ao seu lado, para mostrar que a história alcança todos os lugares e todas as épocas”.

 Seu nome tem o significado “Proclamadora”, cabia a ela a divulgação, a celebração da fama. Com Pierus rei da Macedônia, foi mãe de Jacinto. A imagem de Clio costuma estar acompanhadas de símbolos usuais como o rolo de pergaminho ou um conjunto de tábuas para a escrita. Aos seus atributos acrescentam-se ainda o globo terrestre sobre o qual ela descansa.

Segundo a Iconologia de Cesare Ripa[1], Clio é a musa que preside a História. O instrumento musical descrito por Ripa para a musa Clio é uma trompa (ou trombeta), instrumento que representa a função desta musa na História, presente, também, nos quadros de Rafael e Poussin.

Pintura de Visconti

Já para Visconti Clio está ligada aos primitivos instrumentos de sopro, que originaram as flautas, ela canta a glória dos tempos antigos restituindo-os ao presente. Uma musa envolvida com a musicalidade na antiguidade.

Concluindo neste mês de março, internacionalmente conhecido como mês da mulher é muito oportuno lembrarmos de Clio, já que história  em nosso idioma, é uma palavra que apresenta-se no feminino.

 [1] Escritor italiano do século XVI.

 Referência Bibliográfica:

ARANHA, Maria Lúcia. História da Educação. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Moderna, 1996.

Outras Referências:

“A iconografia das Musas de Eliseu Visconti: uma interpretação simbolista” – Por Valéria Ochoa Oliveira, Mestre em História. Linha História da Cultura do Programa de Pós Graduação em História./ UFU. Professora adjunta de desenho do Departamento de Artes Plásticas / UFU. E artista plástica.

http://www.festivaldearte.fafcs.ufu.br/2005/dialogo-06-c.htm

 Entre Clio e Melpomene: “A Batalha de Salamina em Heródoto e Ésquilo”.

www.cerescaico.ufrn.br/mneme

“A ESCRITA DE CLIO NOS TEMPOS DA MNEMÓSIME: OLHARES SOBRE MATERIAIS PEDAGÓGICOS PRODUZIDOS PELOS MUSEUS” – Carina Martins Costa.

Educação em Revista | Belo Horizonte | n. 47 | p. 217-240 | jun. 2008.

 “QUANDO CLIO SE ENCONTRA COM CALÍOPE” – Prof. Gerson Donato – Mestrando em História social na FFLCH da USP

Sob a orientação da Prof ª Doutora Nanci Leonzo.

A pesquisadora Valéria Albuquerque estará dia 22 de março, no auditório do Centro Cultural Jerusalém, ministrando a palestra:” O Perfil Edicacional do Apóstolo Paulo”.

 

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Agenda Cultural

 

Para quem faz ou aprecia qualquer tipo de arte. Para quem quer aprimorar sua cultura geral. Para quem estuda ou ensina arte, história e temas afins. Para quem vai viajar e gostaria de aproveitar melhor o que vê. Para quem tem curiosidade e quer refinar sua formação geral ao longo da vida. Para todas essas pessoas, entre as quais certamente nos incluímos eu e você, o Instituto Mantiqueira de Música e Arte inaugura um novo curso neste mês de março: História da Arte.

A nova turma começa a partir do dia 14, segunda-feira, às 19h30, conduzida pela professora Letícia Martins de Andrade*. O primeiro módulo contemplará os tópicos:

*O que é arte?; *Espaço e Composição; * Cor, Pré-História; *Egito; * Mesopotâmia; *O período Pré-Helênico e *Grécia.

Mais informações: imma@imma.art.brc ou à R. Xavier Lisboa, 167, no centro de Itajubá. As vagas são limitadas.

Fonte: http://www.imma.art.br/

X SEMANA DA MULHER

“Educação, gênero e movimentos sociais”

29, 30 e 31 de março de 2011.

 

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA

29|03|2011 (Terça-feira)

19h30

Mesa de abertura:

Maria Amélia Máximo de Araújo (Pró-Reitora de Extensão-Unesp)

Mariângela Spotti Lopes Fujita (Diretora da Unesp-Marília)

Tânia Suely Antonelli Marcelino Brabo (NUDHUC-Unesp)

20h00

Conferência: Educação, gênero e movimentos sociais.

Expositoras: Eva Alterman Blay (NEMGE-USP)

Sofia Marques da Silva (Universidade do Porto- Portugal)

Coordenação: Tânia Suely Antonelli Marcelino Brabo (NUDHUC-Unesp)

30|03|2011 (Quarta-feira)

8h00

Mesa-redonda: Mulher indígena e Educação

Expositoras: Augusta Eulália Ferreira (CIMI-Conselho Indigenista Missionário-MT)

Valdenice Cardoso Vaití (Aldeia Índia Vanuíre-Tupã-SP)

Lidiane Damaceno Cotiú (Aldeia Índia Vanuíre-Tupã-SP)

Roberto Tadeu Vaz Curvo (Defensor Público de Cuiabá / Representante do Brasil na Corte Interamericana de

Direitos Humanos-Costa Rica)

Coordenação: Yoshiko Tanabe Mott (NUDHUC-Unesp-Marília)

14h00-17h00 Comunicações Científicas

19h30

Mesa-redonda: Mulher negra e educação

Expositores: Lúcia Helena Oliveira Silva (Unesp-Assis)

Dagoberto José Fonseca (Unesp-Araraquara)

Coordenação: Maria Valéria Barbosa (Unesp-Marília)

31|03|2011 (Quinta-feira)

8h00

Mesa-redonda: Educação e sexualidade

Expositores: Regina Facchini (Pagu/UNICAMP)

Dimitri Nascimento Sales (Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania)

Coordenação: Hugues Costa França Ribeiro (Unesp-Marília)

14h00 – 17h00

Filme e debate: Um dia muito especial” (Una Giornata Particolare) – Ano: 1997 (Itália); Direção: Ettore Scola; Duração

105 min; Gênero: Drama

Debatedoras: Érika Cecília Soares Oliveira (Doutoranda em Psicologia – Unesp-Assis)

Késia dos Anjos Rocha (Mestranda em Educação – Unesp-Marília)

Valéria Pall Oriani (Mestre em Educação – Unesp-Marília)

19h30

Mesa-redonda: Mulher rural e Políticas Públicas

Expositoras: Griselda Alfaro (Universidade de Tucuman-Argentina)

Dulce Consuelo Andreatta Withaker (Unesp-Araraquara)

Lídia Maria Vianna Possas (Unesp-Marília)

Representante da Secretaria de Políticas para as Mulheres (Brasília) (a confirmar)

Coordenação: Martha dos Reis (Unesp-Marília)

Mais informações:  http://www.marilia.unesp.br/

Fonte: http://www.anpuh.org/agenda/view?ID_AGENDA=1249

 

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“CALÍOPE” – A MUSA GREGA DA ELOQUÊNCIA

Por  pesquisadora Valéria Albuquerque

Calíope era uma das nove mais importantes musas. Segundo a mitologia grega ela era filha de Júpiter e de Mnemósine ou Memória. As demais musas são: CLIO que preside a História; EUTERPE a Música; TÁLIA a Comédia; MELPÓMENE preside a Tragédia; TERPSÍCORE a Dança; ERATO a Poesia Lírica; POLÍMNIA a Retórica; URÂNIA a Astronomia.

Significado de seu nome Calíope é uma terminologia advinda da etimologia grega, composta de dois elementos: (KALL) de (KALÓS) = “belo” e (ÓPS) de (OPÓS) = “voz“. O que quer dizer que Calíope é a que tem “uma bela voz“, seu nome tem o significado também, de formoso rosto.

Segundo a mitologia grega ela era filha de Júpiter e de Mnemósine ou Memória. As demais musas são: CLIO que preside a História; EUTERPE a Música; TÁLIA a Comédia; MELPÓMENE preside a Tragédia; TERPSÍCORE a Dança; ERATO a Poesia Lírica; POLÍMNIA a Retórica; URÂNIA a Astronomia.

A mais velha mais sábia e distinta das nove Musas é a Musa da eloqüência e da poesia épica ou heróica. Tinha uma linda voz e foi à mãe de Orfeu e Linus com Apolo, das sereias e dos coribantes. Atuou como mediadora na disputa de Adônis entre Perséfone e Afrodite.

Seus símbolos são um pergaminho, tábua de escrever e estilete. É representada ainda, com uma trombeta e poema um épico nas mãos. Sua aparência é de uma mulher jovem. Sob a figura de uma donzela de ar majestoso, coroada de louros e armada de grinaldas, sentada em atitude de meditação e um livro tendo, junto de si, mais três livros: a Ilíada, a Odisséia e a Eneida.

Calíope tinha por missão, inspirar os seres humanos para que estes se tornassem criativos na arte e na ciência. É considerada a mais poderosa de todas as musas, a coroa de ouro em sua cabeça significa segundo Hesíodo, a sua supremacia entre as demais musas.  Camões, autor de “Os Lusíadas”, um dos melhores poemas épicos de todos os tempos, cita a Musa Calíope:

CALÍOPE foi a musa da Poesia Heróica e da Grande Eloqüência.

“Agora tu, Calíope, me ensina

O que contou ao Rei o ilustre Gama;

Inspira imortal canto e voz divina

Neste peito mortal, que tanto te ama.

Assim o claro inventor da Medicina,

De quem Orfeu pariste, ó linda Dama,

Nunca por Dafne, Clície ou Leucotoe,

Te negue o amor devido, como soe.”

Fragmento de “Os lusíadas” — Camões

Sendo Calíope a portadora de uma voz dotada de califasia, califonia, calirritmia, eloqüência, carisma, persuasão e empatia. Não seria exagero dizer que, quem não desejaria atingir a tão perseguida eloqüência poética.

"Musa Calíope" de Cesare Dandini (15951658)

Valéria Albuquerque estará dia 22 de março, ministrando a palestra “O Perfil Educacional do Apostolo Paulo” no auditório do Centro Cultural Jerusalém. Não perca!

 

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Gregos, os educadores

Por pesquisadora convidada Valéria Albuquerque

Na Grécia, a Educação era ministrada de diversas formas e em vários níveis de ação. Dentre elas está a Formação Integral que era centrada na instrução do corpo e espírito, conforme a época o preparo estava mais voltado para o esportivo ou para o intelectual.

Para os gregos era fundamental receber valores e conhecimento, alguns deles se tornaram ícones, que contribuíram grandemente, na tarefa dessa transmissão, o principal deles foi Homero. Que pode ser conceituado como o educador da Grécia. Já que a Ilíada e Odisséia serviam de modelo de comportamento na antiguidade.

 

Homero

Na época da aristocracia guerreira, a educação visava à formação cortês do nobre. Influência das epopéias de Homero que relatam as ações dos deuses e transmitem os costumes, a língua, os valores éticos e estéticos. Onde o guerreiro era formado para a virtude: sentido de força e coragem, atributos do guerreiro “belo e bom”, aos quais se acrescentam a prudência, a lealdade, a hospitalidade, a honra, a glória e o desafio à morte.

Sabe-se que criança nobre permanecia em casa até os sete anos, quando era enviada aos palácios de outros nobres a fim de aprender, como escudeiro, o ideal cavalheiresco. Também eram contratados preceptores, que davam uma formação integral baseada no afeto e no exemplo.

No período arcaico e na Grécia clássica, continuou a prevalecer a influência cultural das epopéias na educação. Essa Educação especial dada aos guerreiros era chamada de Educação Espartana, ela ajudava a valorizar as atividades guerreiras e a desenvolver uma educação severa, voltada para a formação militar.

Com isso percebemos que na antiguidade, o ideal educacional grego era de preparar cidadãos com intuito de formar o homem para servir a ele próprio, mais principalmente ao Estado.

Referência Bibliográfica:

ARANHA, Maria Lúcia. História da Educação. 2. Ed. rev. e atual. São Paulo: Moderna, 1996.

Valéria Albuquerque é Pedagoga

 

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