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Agenda Cultural!

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Como é trabalhar com História fora da sala de aula?

Com intuito de mostrar o que pode ser o trabalho do historiador, o CPA/RJ perguntou para duas historiadoras que trabalham no Centro Cultural Jerusalém como é esse trabalho.

Como é trabalhar com História fora da sala de aula?

Meu nome é Elaine, sou graduada em Ciências Sociais com bacharelado em História pela Universidade de Guarulhos, e especialista em História Antiga e Medieval pela FSB.

Trabalho como historiadora e coordenadora do Setor Educativo CCJ, minhas funções são: treinar monitoras para visita guiada, produzir conteúdo para as mídias do CCJ assim como pesquisas para exposições, e cursos. Um trabalho criativo e sem rotinas, já trabalhei em sala de aula por sete anos dando aula de História no Estado, e três anos em escola particular, foi um período muito bom e gratificante, que parei para me dedicar a família.

Trabalhar como historiadora é um constante desafio, estou sempre pesquisando, ou seja, além de todas as funções a mais importante delas é a permanente leitura para atualização. Para mim é fascinante, mesmo porque sempre gostei de descobrir, de investigar, mas o mais interessante não é conhecer o recente, e sim muitos séculos atrás, o que faz com que meu foco seja a História Antiga.

Não se ganha o melhor salário em comparação com muitas outras profissões, e nossa profissionalização ainda anda as voltas, mas quando se pensa em realização, se você gosta de História não há como fugir.

Meu nome é Thassia Izabel, sou graduada em Historia pela Faculdade Estácio de Sá.

Diferente da Elaine, meu foco não era dar aula, entrei para o curso de História por sempre ter gostado dessa área, mas meu interesse era a parte da pesquisa, então procurei outros locais para atuar.

Estagiei em um centro cultural no meu sexto período, e isso ampliou minha visão, e fez com eu me interessasse mais pela área de museologia. Assim quando conclui meu curso decidi procurar outro local além da sala de aula, foi quando encontrei o CCJ que é onde atualmente trabalho como monitora e, minhas funções são: fazer a visita guiada na maquete de Jerusalém do século I, pesquisar assuntos relativos à antiguidade e elaborar projetos para o setor educativo.

Com isso, no CCJ eu acabei unindo duas áreas do meu interesse a museologia e a pesquisa, e assim tenho tido experiências interessantes na monitoria, como a troca com visitante e também um crescimento em conhecimento com as pesquisas.

 
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Publicado por em 12/11/2012 em ENTREVISTA, HISTÓRIA ANTIGA

 

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Semana da Reforma

Lutero traduzindo a Bíblia no Castelo de Wartburg 1521 (óleo sobre tela – Eugene Siberdt, 1898)

Nesta semana pedimos licença à antiguidade e abrimos espaço para que o Reformista Martinho Lutero exponha suas idéias, ou seja, durante esta semana ao invés de postarmos textos produzidos por nossos pesquisadores, vamos postar frases e pequenos textos do próprio Lutero, que demonstram bem o que ele pensava sobre educação, música, ética. Enfim aqui você vai conhecer um pouco de Lutero e assim entender melhor o que foi a Reforma Protestante.

Uma pequena apresentação de nosso convidado:

Martinho Lutero (10 de Novembro de 1483 – 18 de Fevereiro de 1546).

Lutero se levantou contra o sistema dogmático da Igreja, e sua convicção o levou a fixar na porta da Catedral de Wittenberg no dia 31 de outubro de 1517, 95 teses onde demonstrava todas as suas ideias contrárias a Igreja Romana, esse dia entrou para a História, como Dia da Reforma.

Depois da Reforma Lutero casou se com Catarina Von Bora e tiveram filhos, sua morte foi aos 63 anos.

Com vocês Lutero

[…] o progresso de uma cidade não depende apenas do acúmulo de grandes tesouros, da construção de muros de fortificação, de casas bonitas, de muitos canhões e da fabricação de muitas armaduras […] o melhor e mais rico progresso para uma cidade é quando possuem muitos homens bem instruídos, muitos cidadãos ajuizados, honestos e bem educados. (Lutero, OSel, v. 5, p. 309)

Se todo mundo tivesse fé, não mais precisaríamos de lei alguma. Cada um faria boas obras por si mesmo o tempo todo, assim como a própria confiança lhe ensina. (Lutero, Ética Cristã p. 28)

Em minha opinião, nenhum pecado exterior pesa tanto sobre o mundo perante Deus. Nenhum pecado merece castigo maior do que justamente aquele que cometemos contra as crianças, quando não as educamos.

Por isso imploro a todos, meus caros senhores e amigos, por amor de Deus e da pobre juventude, que não considereis essa causa de somenos importância […]. Caros senhores, anualmente é preciso levantar grandes somas para as armas, estradas, pontes, diques e inúmeras outras obras semelhantes, para que uma cidade possa viver em paz e segurança temporal. Por que não levantar igual soma para a pobre juventude necessitada, sustentando um ou dois homens competentes como professores? (Lutero, OSel, v. 5, p. 307)

 
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Publicado por em 29/10/2012 em CULTURA E SOCIEDADE

 

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Perseguições aos Cristãos no Império Romano – Parte 3

Curso ministrado pelo Prof. Diogo Pereira da Silva, doutorando em História Comparada/UFRJ, no Centro Cultural Jerusalém.

As perseguições no século I

O surgimento do movimento  Cristão

O contexto judaico do século I

Morte de Alexandre Magno (336-323 a.C.)

  • Palestina dominada pelos Reinos Helenísticos, sendo o mais notável o Reino dos Selêucidas;
  1. 175-164 a.C.: Antíoco IV, Epifânio
    1. Helenização
    2. Proibição de práticas judaicas: observância do shabbat, interdições alimentares, e circuncisão;
    3. Tentativa de instalação de uma estátua de Zeus no templo de Jerusalém.

Datação: 170-164 a.C. Tetradracma – Anverso: Antíoco IV laureado à direita
– Reverso: Júpiter à esquerda, segurando na mão direita a Vitória alada sobre um g|lobo, e na esquerda o cetro.
Legenda: ΒΑΣΙΛΕΩΣ ΑΝΤΙΟΧΟΥ ΘΕΟΥ ΕΠΙΦΑΝΟΥ ΝΙΚΗΦΟΡΟΥ

  • 2 Macabeus 6, 1-5
    • “1Depois de não muito tempo, o rei enviou um ancião, ateniense, com a missão de forçar os judeus a abandonarem as leis de seus pais, e a não se governarem mais segundo as leis de Deus. 2Mandou-o, além disso, profanar o Santuário de Jerusalém, dedicando-o a Júpiter Olímpico, e o monte Garizim, como o pediam os habitantes do lugar, a Júpiter Hospitaleiro. (…) 4O Templo ficou repleto da dissolução e das orgias cometidas pelos gentios que aí se divertiam com as meretrizes e que nos átrios sagrados se aproximavam das mulheres, introduzindo ainda no seu interior coisas que não eram lícitas. 5O próprio altar estava repleto de oferendas proibidas, reprovadas pelas leis”.
    • Dinastia dos Hasmoneus (140-37 a.C.)
      • Expansão romana no Oriente, colocou a República em contato com o Reino de Israel, cuja hegemonia passou a ser disputada com o Império Parta;
      • Disputa entre Hircano II e Aristóbulo II (67-63 a.C.), acaba com a tomada da Palestina por Pompeu;
      • 37-4 a.C.: Herodes Magno funda a Dinastia dos Herodianos.

 

  • Galileia
    • Região fértil, e celeiro de movimentos insurrecionais anti-romanos. Entretanto, possuia relativa autonomia durante os reinados de Herodes Magno e Herodes Antipas
    • Região menos urbanizada, e que possuia certa autonomia frente ao domínio romano, que governava diretamente as regiões da Judeia e da Samaria.
  • Palestina
    • A dominação romana e a submissão dos Herodianos favoreceram o desenvolvimento de insurreições, estimuladas pelas condições sociais e econômicas, além das expectativas e aspirações religiosas dos judeus.
  • Movimentos e grupos do judaismo palestino:
    • Saduceus: membros da aristocracia sacerdotal e leiga de Jerusalém; possuiam uma adesão à lei escrita da Torah e a rejeição ao messianismo; no plano político permaneciam abertos à colaboração com a dinastia herodiana e com os romanos, que permitiam-lhes conservar o controle sobre o Templo de Israel.
    • Essênios: sacerdotes e leigos “dissidentes”,  que contrastavam com a linha dos saduceus de Jerusalém. Viviam em organizações comunitárias às margens do mar Morto, empenhandos na observância da lei e à espera da libertação final.
    • Fariseus: buscavam a interpretação e observação da lei, baseadas em uma tradição oral que tendia a aplicar a Torah escrita às novas situações; organizados em grupos, reuniam-se para refeições  comuns de ‘puros’ e para estudar a lei, promovendo a interpretação e atualização das Escrituras.
    • Zelotas: grupo inspirado pelo zelo dos fariseus pela lei de Moisés, e que se empenhava numa ação militante pela independência de Israel. Baseavam-se em uma ideologia teocrática e nacionalista.
  • Judeus da Diáspora:
    • Século VIII a.C.: Primeira Diáspora Judaica pela Ásia Menor e Mediterrâneo Oriental;
      • Havia mais judeus fora da Palestina (Antioquia, Alexandria, Roma);
      • Vida cultual centrada na sinagoga;
      • Os judeus possuiam um estatuto jurídico especial no Direito Romano, recebendo uma série de privilégios e exceções.

O Cristianismo e o Helenismo

  • O movimento cristão
    • Surgido na Galileia, na década de 30.
      • Missão de Jesus: relacionada à salvação própria do Reino de Deus, que se realiza através dele.
      • Jesus inseriu sua mensagem nas promessas escatológicas dos profetas, em relação ao reino do Messias, e na vinda do Reino de Deus;
      • Ademais, o Reino de Deus está próximo e é iminente, é ativo e observável.
    • A proposta de Jesus não era de uma piedade pessoal, mas a unificação de todos como irmãos de uma família religiosa;
    • Não pregava a luta armada, nem a formação de uma “nova religião”
  • A comunidade primitiva
    • Os dois primeiros grupos nos quais a mensagem cristã se difundiu foram:
      • Judeus da Palestina, de cultura hebraica;
      • Judeus da Diáspora, de cultura helenizada.
    • A comunidade de Jerusalém caracterizava pela continuidade com práticas judaicas, reuniões comuns, divisão do pão e partilha de bens.
  • Perseguição aos Judeus Helenistas
    • Dispersão pela Judeia e Samaria, além do Medieterrâneo Oriental, onde pregaram para judeus da diáspora e ‘gentios’ (Atos 11,20)
    • Paulo de Tarso: perseguidor, e convertido.
    • Sinagoga: espaço privilegiado para o discurso evangelizador cristão, em especial do discurso paulino.
  • Paulo e a sua pregação
    • A dinâmica religiosa da sinagoga envolvia um momento de leitura da Torah que era seguida de uma discussão e meditação. Neste momento, é que observamos as colocações de Paulo perante os grupos das sinagogas, e sua anunciação do Messias.
    • Em Atos, observamos uma grande hostilidade dos judeus à pregação de Paulo, e a abertura do cristianismo aos gentios.
    • Durante cerca de um século, as autoridades romanas não distinguiram um grupo de outro.
    • A Expansão do Cristianismo.
    • Martírio de Estêvão – At. 7, 1-60.
    • Controvérsia de Antioquia e Concílio de Jerusalém– At. 15, 1-21
    • Missão de Paulo – At. 15, 36 – 28,31.

A Pax Romana

  • A paz relativa estabelecida por Otávio Augusto permitiu ao cristianismo um ambiente favorável à sua difusão pelo território imperial, uma vez que os evangelizadores circulavam livremente pelo território imperial – por terra e mar.
  • Grego koiné e latim eram as linguas oficiais para a cultura, a filosofia e as trocas comerciais.

Nero, “o primeiro perseguidor”

  • Primeiros relatos latinos sobre os cristãosPrimeiros relatos latinos sobre os cristãos
    • Suetônio
    • Suetônio. Vida de Claudio. 25,4: “(…) como os judeus se sublevassem continuamente por instigação de um certo Cresto, expulsou-os de Roma”.
    • Suetônio. Vida de Nero. 16,2: “(…) lançaram-se às feras os cristãos, gente dada a uma superstição nova e perigosa”.
    • Tácito – Anais. XV, 44
    • “(…) Assim Nero, para desviar as suspeitas, procurou achar culpados, e castigou com as penas mais horrorosas a certos homens que, já dantes odiados por seus crimes, o vulgo chamava cristãos. O autor deste nome foi cristo, que no governo de Tibério foi condenado ao último suplício pelo procurador Pôncio Pilatos. A sua perniciosa superstição, que até ali tinha estado reprimida, já tornava de novo a grassar não só por toda a Judeia, origem deste mal, mas até dentro de Roma, aonde todas as atrocidades do universo, e tudo quanto há de mais vergonhoso vem enfim acumular-se, e sempre acham acolhimento”.
    • Tácito – Anais. XV, 44
    • “Em primeiro lugar, se prenderam os que confessavam ser cristãos, e depois pelas denúncias destes uma multidão inumerável, os quais todos não tanto foram convencidos de haverem tido parte no incêndio como de serem inimigos do gênero humano. O suplício destes miseráveis foi ainda acompanhado de insultos, porque ou os cobriram com peles de animais ferozes para serem devorados pelos cães, ou foram crucificados, ou os queimaram de noite para servirem de archotes e tochas ao público. Nero ofereceu os seus jardins para este espetáculo, e ao mesmo tempo oferecia os jogos do Circo, confundido com o povo em trajes de cocheiro, ou guiando carros. Desta forma, ainda que culpados, e dignos dos últimos suplícios, mereceram a compaixão universal por se ver que não são imolados à utilidade pública, mas aos passatempos atrozes de um”.

Henryk Siemiradzki. As tochas de Nero – 1876
Museu Nacional. Cracóvia, Polônia

Henryk Siemiradzki. Dirce cristã – 1897. Museu Nacional. Cracóvia, Polônia.

 
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Publicado por em 08/10/2012 em HISTÓRIA ANTIGA

 

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Agenda Cultural!



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Fique por dentro!

 

Treinamentos gratuitos para professores no Museu de Arqueologia da USP – MAE

Nos dias 13, 16 e 18 de abril o MAE abre oficinas que abordarão a metodologia utilizada nas ações educativas desenvolvidas no Museu de Arqueologia e Etnografia da Universidade de São Paulo (MAE/USP), além de troca de idéias sobre Arqueologia, Etnologia, Museologia, Educação em Museus. Manuseio e contextualização de alguns objetos arqueológicos e etnográficos.

O Museu de Arqueologia e Etnologia fica localizado na Av. Prof. Almeida Prado, 1466 – Cidade Universitária da USP/Campus do Butantã | São Paulo-SP
Informações: (11) 3091.4905  Email: stm@usp.br

Fonte: Boletim eletrônico e-museus Nº 398

 
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Publicado por em 12/04/2012 em FIQUE POR DENTRO

 

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História e TV


Por pesquisador Maurício Santos[1]

 

Trabalhar com História na televisão é um grande desfio. Em primeiro lugar História e televisão tem objetivos distintos, o que não significa que não possam convergir para um caminho em comum. A História investiga o fazer humano ao longo do tempo e a TV se propõe a entreter. Marc Ferro diz que “cinema” não se propõe a educar, no entanto, contudo analisando a atuação da televisão no Brasil percebemos que mesmo sem ser este o objetivo ela educa.

O trabalho para a televisão, nos aspectos da pesquisa, se assemelha ao trabalho de pesquisa acadêmico desenvolvido nos grandes centros de pesquisa mundiais; busca e analise de fontes, debate historiográfico, interdisciplinaridade, métodos, correntes teóricas e tudo mais. O recorte cronológico deve ser bem estabelecido, o que difere é a abrangência de temas que esta pesquisa deve comportar.

A pesquisa deve abordar uma ampla gama de campos de conhecimento: História cultura, das mentalidades, micro-história, história da indumentária, do alimento, da arquitetura, História Política e o que mais se fizer necessário para preenche as lacunas de um texto dramatúrgico.

A história analisa de forma fragmentada os vários aspectos do “fazer humano” e cabe ao historiador ajudar as equipes envolvidas a preencher ordenar e preencher as lacunas de uma “história” que se quer contar. Neste ponto volto a lembrar que o compromisso da televisão é o entretenimento enriquecido pela “História”.

Eu também não posso me ater a uma única corrente teórica, uma vez que falar de antiguidade, muitas vezes é mostrar a globalização (idéia originalmente idealizada pelo Dr. Phillip Stockhammer) dos povos mais diferentes que conviviam ou transitavam por espaços comuns.

Para compreender o pensamento de cada um dos povos da antiguidade que estão presentes na linguagem dramatúrgica e contextualizá-los com seu próprio tempo, tentando sempre que possível não ser anacrônico é preciso utilizar a História de longa duração de Braudel; para compreender e tornar inteligível as práticas políticas há um tempo presente, utilizamos as idéias de Quentin Skinner; para analisar imagens de época e transformá-las em   informações úteis ao processo de produção dramatúrgica o trabalho da Dr. Lissarrague e Dr. Pantel.

A Arqueologia também é um forte apoio para a reconstrução deste tempo antigo. Os manuais e relatórios de arqueologia dos sítios do corredor Ciro-palestiniano. A literatura e analises literária, seus métodos e processos são úteis para a decodificação dos textos e narrativas religiosas do passado.

A historiografia nacional pode fornecer um suporte, é claro que a produção historiográfica estrangeira não é tão escassa como a do nosso país, mas os grupos de pesquisa do nosso país já oferecem uma boa bibliografia para a antiguidade, neste campo os discípulos de Ciro Flamarion e Neyde Thelm são incansáveis lutadores pela causa da antiguidade e pela democratização da pesquisa em antiguidade em terras tupiniquins.

Para a realização deste trabalho são noites de sono perdidas é dedicação quase que exclusiva para dar conta das demandas constantes de pesquisa, informação, apreciação, reuniões e muita leitura. No meio disto tudo ainda deve haver tempo para a interminável caça aos livros e documentação necessária, contando com toda a facilidade que não existe em países da America Latina para qualquer trabalho de pesquisa.

O trabalho é árduo, mas gratificante, pois ver um pedaço da História sendo distribuído na velocidade das conexões digitais, aos grupos mais diversificados do país nos reconforta, pois a televisão embora não se proponha a educar, nada impede que ela o faça.

 


[1] Maurício Santos é historiador, especialista em História Antiga, Medieval e Moderna e atualmente e foi consultor em História para as minisséries: Ester, Sansão e Davi.

 

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