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Arquivo da categoria: CULTURA E SOCIEDADE

Carnaval é antigo?

Por pesquisadora Elaine Herrera

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Que o homem sempre fez festa isso já sabemos, mas será que o carnaval tem sua origem na antiguidade?

Existia na Grécia Antiga, uma festa ritual onde as pessoas ficavam mascaradas, fantasiadas. Esse ritual acontecia na passagem do jovem para a vida adulta.

Mesmo nos locais, onde havia uma rígida disciplina, mascarados, e homens fantasiados de mulher, era comum, como em Esparta, onde os meninos eram educados severamente para serem cidadãos. Ao final do seu treinamento a comemoração era repleta de encenações obscenas, humorísticas, tudo com muita bebida, cantoria e fantasias.

Para Felipe Ferreira o carnaval teria sido inicialmente carrus navalis, que significa: carro em forma de navio, uma festa que era dedicada à deusa Isis no Egito Antigo, esse nome, se dá por conta do oferecimento a deusa de pequenos barquinhos que eram levados ao Nilo recheados de presentes.

Festas com uma boa dose de libertinagem também acontecia na Roma Antiga, em homenagem a Dionísio, Luperco (deus Pã) e a outros deuses. As festas lupercais aconteciam em fevereiro e nelas os sacerdotes de Pã corriam quase sem roupa, com galhos de árvores nas mãos batendo em quem aparecesse em seu caminho, eles acreditavam que esse galho passaria fertilidade, mulheres encontrariam casamentos e as grávidas facilidades no parto. Ainda nesta festa as charretes eram todas enfeitadas, as quais podem fazer uma rápida alusão aos carros alegóricos.

Segundo Felipe: “as antigas festas babilônias, que remontam III séculos antes de Cristo, chamadas sacéias. possuiam muitas características carnavalescas, como exagerada comemorações e a troca de papéis entre um rei e um mendigo[1].

Com o passar do tempo o carnaval ganhou outros significados como adeus à carne (carne vale), festa da carne. O carnaval atual também tem se servido de uma inversão de papéis na sociedade e o tom por algumas vezes é o exagero, sendo assim podemos dizer que há nele semelhança com as antigas festas da colheita, e em honra a muitos deuses. Concluindo, a folia é antiga!

1] O livro de ouro do carnaval brasileiro. 2004. P. 20.

 Referência Bibliográfica:

 FERREIRA, Felipe O livro de ouro do carnaval brasileiro. Ferreira, Felipe. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.

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A historiadora do CCJ entrevista os historiadores da minissérie José do Egito

Dia 30 de janeiro vai ao ar a nova minissérie da Rede Record de televisão e a historiadora Elaine Herrera, do Centro Cultural Jerusalém aproveitou este período de coletivas, para entrevistar os Professores Maurício Santos e Marcio Sant’Anna, historiadores que deram consultoria para este novo empreendimento, que coloca no foco a História Antiga.

Elaine: De que forma a História é passada para a equipe de TV?

Maurício e/ou Marcio: Primeiramente devemos mostrar que a produção teledramarturgica é uma produção industrial, ou seja, vários saberes associados criam uma linguagem que resignificam o mundo.

Desta forma a pesquisa histórica começa a ser apresentada ao autor e sua equipe de roteiristas um pouco antes da construção do roteiro definitivo.

Depois que o roteiro esta pronto uma série de workshop são realizados com a equipe de produção para que todos estejam imersos no período histórico no qual a obra está situada.

Elaine: A consultoria é restrita aos autores, ou o cenário, o figurino, fazem parte do trabalho?

Maurício e/ou Marcio: Normalmente todos os envolvidos na produção assistem alguns workshops, desde os atores até a equipe técnica operacional. Já foi feito workshop para figurantes e na palestra principal até seguranças e copeiros participam.

Elaine: A consultoria acontece somente antes das gravações, ou ela permanece até a estreia?

Maurício e/ou Marcio: Na verdade permanece até o fim da exibição. Após a estreia as gravações continuam, são feitos cortes, modificações, legendas. Durante todo o processo de pós-produção pode solicitar consultoria.

Elaine: Como é o contato com os artistas? Há uma boa receptividade?

Maurício e/ou Marcio: Os atores são maravilhosos, a grande maioria é muito interessada e já vem para as aulas com uma boa bagagem de leitura. Ser um bom ator significa estudar, estudar e estudar.

Sempre recebemos e-mails com duvidas, perguntas e pedidos de indicação de leitura para eles.

Além disso, os profissionais da produção também se mostram muito interessados, visto que a consultoria histórica dará origem a gravações, construção de cenários, elaboração de figurinos e elementos de arte.

Elaine: Já que participam das filmagens, como é ver sua pesquisa tomando forma, sendo interpretada?

Maurício e/ou Marcio: É fantástico ver tomar forma uma reconstrução inteira de uma civilização antiga feita com base em nossas pesquisas. Antes só poderíamos contar com fragmentos, muitas vezes pequenos, que estão em museus ou com sítios arqueológicos.

É gratificante ver um ator usando as informações pesquisadas na composição das personagens, um gesto, um olhar que expressa muito do que sabemos sobre os povos antigos.

Elaine: Para terminar, qual é a sensação de fazer parte de uma equipe de TV, que vai levar ao ar e entrar em milhões de lares a História Antiga?

Maurício e/ou Marcio: Um sonho realizado. Há alguns anos, nós e outros historiadores sonhávamos em popularizar a história antiga no Brasil, fazer com que ela não fosse restrita apenas aos bancos da academia, mas que todos pudessem ter acesso. Então fazer parte de uma produção da dramaturgia que aborda assuntos ligados à antiguidade e adentra os lares brasileiros e desperta o interesses dos jovens pela historia é o realizar deste sonho.

Elaine: Deixem um recado para os telespectadores.

Maurício e/ou Marcio: Preparem-se para muitas emoções com esta obra. A história de José e sua família é permeada de fé, amor, inveja, perdão, ambição, sensualidade, retidão e estes sentimentos estarão presentes em cada capítulo da minissérie. Além de uma elaborada pesquisa histórica para tentarmos chegar muito próximo do funcionamento das sociedades hebraica e egípcia daquele período. Estejam conosco a partir de 30 de janeiro para acompanhar as aventuras de “José do Egito”, pela Rede Record.

Nas pontas, Professor Maurício a esquerda e Professor Marcio a direita, ao centro a autora Vivian de Oliveira e colaboradores.

Nas pontas, Professor Maurício a esquerda e Professor Marcio a direita, ao centro a autora Vivian de Oliveira e colaboradores.

 
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Publicado por em 29/01/2013 em CULTURA E SOCIEDADE, ENTREVISTA

 

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CPA/RJ – Férias!

2012 em fotos:

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Férias

O Centro de Pesquisas da Antiguidade/CCJ vai dar uma paradinha aproveitando as férias escolares e retornará em janeiro de 2013, com muitas curiosidades sobre o mundo antigo.

Nós do CPA/RJ desejamos ótimas festas e um feliz ano novo para todos, até a volta.

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Diário de Bordo! Parte Final

Tudo que é bom, dura pouco, já diz o ditado popular e amanheceu nosso último dia em Israel. Ideia: aproveitar cada minuto.

Assim saímos rapidamente para concluir nosso roteiro, acordamos cedo, tomamos nosso café árabe e seguimos para visitar o Domo da Rocha. A fila era grande, sem custo, mas com revista, nossos pertences passam por um Raio X e somos revistados, para segurança tudo bem.

Caminhar pela plataforma construída por Herodes, onde era o antigo Templo de Jerusalém, já é o máximo, ver a beleza da arte islâmica nas paredes da Cúpula Dourada é ainda mais incrível.

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É impressionante como é grande lá em cima, vimos crianças estudando, homens, mulheres todos em círculos sentados ouvindo o que acredito serem mestres. Seguramente um lugar muito bonito, um chão cheio das pisadas do tempo e marcado por diferentes religiões.

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Saímos e já caímos dentro das muralhas da Cidade Antiga, suas ruas estreita e repleta de lojas de objetos de prata, tecidos, perfumes, e muitos locais para saborear a comida local.

Estar em Jerusalém é estar num mundo à parte, a presença marcante da religião está em tudo, nas roupas, no semblante das pessoas, e nos sons da cidade.

O clima é bem seco, o que dificulta um pouco a respiração. A diferença entre os povos que lá residem salta aos olhos a todo o momento, são muitos interesses que divergem numa tentativa constante de sobrevivência.

Visitar a terra de minhas pesquisas faz toda a diferença, já que todos os detalhes são importantes. Infelizmente só tínhamos metade do dia, por conta da volta. Então pegamos um taxi de Jerusalém para Tel Aviv rumo ao aeroporto, nosso vôo estava marcado para as 14:45. Chegamos cedo a tempo para o almoço, uma passada rápida num fast food kasher, e entramos novamente num túnel do tempo para voltar à realidade. Afinal estar em Israel é mergulhar no passado e quanto à guerra, posso dizer: eu fui!

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Diário de bordo! 3º Dia em Israel

Lembrando que o diário de bordo é o relato de uma viagem a Israel, feita por uma de nossas pesquisadoras, Elaine. Hoje segue o terceiro dia de viagem!

 Dia 16 de novembro de 2012

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8hs – Depois do café árabe é hora de encontrar com o guia para conhecer a Cidade Velha, marcamos no Portão de Herodes, aí sim me dei conta do que estava acontecendo era realmente sério, a rua estava cheia de soldados israelenses, fortemente armados e proibindo o acesso ao Portão de Herodes, tentamos pegar um táxi, mas o Bairro Árabe foi fechado, e o jeito foi caminhar até o Portão de Jaffa para encontrar o guia, que estava tenso com o conflito, inclusive neste dia sua família teve que ir para casa de amigos, para se proteger.

Portão de Jaffa

Portão de Jaffa

Igreja Santo Sepulcro

Igreja Santo Sepulcro

 9hs – Enfim conseguimos entrar na Cidade Velha pelo Bairro Cristão, visitamos a Via Dolorosa, a Igreja do Santo Sepulcro, escavações do Tanque de Betesda, isso já no bairro árabe dentro da muralha, meus livros não paravam de se transformar em realidade, a cada passo novas descobertas, fomos à cidade de Davi, Parque Arqueológico Davidson, e o guia tinha nos preparado uma surpresa, uma caminhada por túneis subterrâneos por baixo da Cidade Velha, foram 550 metros de túneis, entrando pela piscina de Siloé e saindo no Muro das Lamentações.

Tanque de Betesda

Tanque de Betesda

Tanque de Siloé

Tanque de Siloé

Muro das Lamentações

Muro das Lamentações

 Embaixo podemos ver como o trabalho da arqueologia é árduo e como tem avançado rápido em Israel, o guia comentou que cada vez que ele passa por ali, o caminho está maior, foi uma surpresa e tanto que ficará registrado para sempre, nunca tinha tido a oportunidade de passar por túneis tão extensos, e com tanta representação para minha pesquisa, além de verificar o abastecimento de água no período de Ezequias, ainda vimos o muro por dentro com suas pedras originais e uma que ficou ao caminho, com toneladas e acreditam ter despencado no período da destruição do templo em 70 d.C.

Muro das Lamentações visto por dentro da plataforma

Muro das Lamentações visto por dentro da plataforma

Mas o dia não parou, percorremos no Bairro Judeu o que seria a Cidade Alta no período de Jesus, arqueologia já encontrou o que chamam de mansão, ruínas de uma casa que possui as características da Cidade Alta.

Bairro Judeu

Bairro Judeu

 O guia convidou-nos para a cerimônia que inicia o shabat, realizada no Muro das Lamentações no cair da tarde, mas antes de continuar nossa maratona, parada para o almoço. Comida kasher, experimentei o falafel e depois prosseguimos, fomos visitar o Jardim do Túmulo. Isso por volta das 15h, ao chegar fomos recepcionados por um dos guias, um brasileiro que faz a visita guiada no Garden Tomb, um local tranquilo, repleto de jardins, onde se vê o Monte Calvário e o túmulo vazio, depois de tanta correria e soldados por toda a cidade, encontramos ali um espaço que nos ajudou a restabelecer as forças, para ir caminhando até o hotel.

Jardim do Túmulo

Jardim do Túmulo

Túmulo vazio

Túmulo vazio

 Por conta do tempo que passamos no jardim, nem fomos para a cerimônia no Muro das Lamentações, mas foi muito interessante conhecer um pouco da História deste brasileiro que é guia num local tão visitado. E também o guia tinha comentado que no dia do descanso judaico, algumas pessoas aproveitam a cerimônia do início do Shabat, no Muro das Lamentações para jogar pedras da plataforma do antigo Templo judaico, hoje a Mesquita, sobre os judeus rezando.

 Já no hotel, resolvemos nem sair para jantar por conta da segurança, jantamos no hotel mesmo. Mas devo confessar que a comida era difícil, mas só em estarmos num lugar que não era alvo do Hamas, já estava valendo.

Diário de bordo continua na segunda-feira!

 

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Diário de bordo!

Nos próximos dias o blog CPA traz para seus visitantes o diário de bordo, ou seja, a experiência de uma de nossas pesquisadoras que esteve em Israel recentemente. Nosso intuito é de compartilhar com você os acontecimentos e de trazer dicas que podem auxiliá-lo em sua viagem.

Diário de Bordo/Elaine

A viagem que era muito esperada, acabou acontecendo de forma inesperada, e todos os preparativos foram com boa dose de correria, mas o que é fundamental além da passagem é o seguro saúde que é feito ainda no Brasil e que dará direito a assistência médica, caso necessário quando estiver fora.

Vamos à viagem!

Dia 13/11/2012

15h Cheguei ao aeroporto Tom Jobim, e ainda a ficha não tinha caído que estava indo para Israel. Fizemos o check in e fomos tomar um lanche, afinal a ansiedade estava batendo forte e comer pelo menos “parece” que ajuda.

16h Da janela posso ver os aviões e só de pensar em entrar neste pássaro de aço enorme, da um friozinho na barriga.

18h Acabei de entrar no avião, estava cada vez mais perto de realizar o que todo pesquisador sonha, que é poder estar no lugar, ao qual pesquisa, vou ter que parar de escrever para a decolagem.

19h Essa com certeza é a parte ruim da viagem muitas horas dentro do avião, e classe econômica é tudo muito apertado. Depois de quatro vezes o comandante informar que a decolagem estava atrasada por problemas mecânicos, viajar de avião já me dá certo receio, ainda mais na Air France justamente na mesma rota que um avião caiu há uns anos atrás… Afinal o comandante avisou: “acreditamos ter solucionado os problemas, mas só teremos certeza da resolução com a decolagem”. Pronto agora sim, o avião decolou, mas devido às intervenções na decolagem por conta da mecânica, o que rolou foi um cansaço já desde o início da viagem.

Dia 14/11/2012

8h Chegamos a Paris, depois de nove horas de muita, mas muita turbulência e enjôo, já podia ver o dia raiando no continente europeu, o comandante informa que vamos pousar, com temperatura de 7º Graus.

9h Parada rápida, no aeroporto Charles de Gaulle, para trocar de aeronave, aproveito para tirar umas fotos e saborear um croissant, afinal pisar em Paris e não ir ao Louvre já é duro, precisava fazer algo tipicamente parisiense.

10:19 Já de volta ao avião, agora rumo a TelAviv.

15:40 Chegamos em Telaviv a viagem foi ótima, num verdadeiro céu de brigadeiro, só que quando entramos no espaço aéreo israelense sentimos já um pouco de tensão, que só aumentou com o passar dos dias.

16:30 Estávamos já no aeroporto de Tel Aviv e impressionados com o tamanho do aeroporto, simplesmente enorme. A seguir tínhamos a difícil missão de pegar um táxi numa língua desconhecida, mas deu tudo certo, com exceção de que o táxi nos deixaria em Jerusalém e como seguiríamos para um bairro árabe onde tínhamos feito reservas, teríamos que pegar outro taxi, onde o motorista era árabe, pura coincidência…

18:30 Chegamos no hotel e depois de mais de 24h para chegar e mudança de fuso horário de quatro horas, apagamos.

O diário de bordo continua amanhã!

 

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Você Sabia? Relações conjugais.

Para os judeus as relações conjugais são uma mitsvá, ou seja, são obrigações religiosas, e por isso existem regras da lei judaica que o casal tem que cumprir, uma delas é sobre a fidelidade, e outra é a respeito da constância das relações sexuais.

O Rabino Benjamin Blech diz que o Talmud faz algumas recomendações sobre a freqüência das relações sexuais do casal pautadas na profissão.  Segundo Blech:

“para os homens autônomos, todos os dias. Para os empregados, duas vezes por semana. Para os condutores de caravanas de burros de carga, uma vez por semana. Para os condutores de caravanas de camelos, uma vez por mês. Para os Marinheiros uma vez a cada seis meses.” (Talmud Mishná Ketubot 5:6)

Existia também outra lei judaica referente as relações do casal, aonde se um homem trabalhasse próximo a sua casa e resolvesse trocar para um outro emprego que tivesse que viajar para longe, sua esposa tinha o direito segundo a lei de  impedir essa transferência, para não diminuir a freqüência de suas relações sexuais.

Com isso percebemos que a vida conjugal judaica esta intensamente ligada a área profissional, a ponto de se ter a preocupação em formular normas relacionadas a quantidade de vezes na semana ou no mês  que o  casal deveria ter suas relações. E com essas recomendações é bem provável que as esposas dos marinheiros fizessem qualquer coisa para que seus maridos trocassem de emprego.

Referências Bibliográficas:

BLECH, Rabino Benjamin.  O mais completo guia sobre Judaísmo. São Paulo: Editora Sêfer, 2004.

 
 

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