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Sobre CPA-RJ

Centro Cultural Jerusalém

Agenda Cultural!

Curso a Distância: “A HISTÓRIA DO POVO JUDEU NA ÉPOCA DO SEGUNDO TEMPLO”

Professor: Dr. Adolfo Roitman, Curador dos Manuscritos do Mar Morto e Diretor do Santuário do Livro

Início: 4 de Março 2013 Duração: 9 semanas

Modalidade de estudo: aulas à distância, incluindo foro semanal coordenado pelo Prof. Dr. Roitman e duas aulas ao vivo. Mais de 300 páginas em português incluindo documentos e textos históricos.

Com Certificado do Centro Melton da Universidade Hebraica de Jerusalém

Valor do curso: U$ 395

Para maiores informações: falecom@centroculturaljerusalem.com.br

Criativa Social

Oferece em Fevereiro /2013 curso para especialização intensiva:

CURSO DE FÉRIAS:

LEIS DE INCENTIVO À CULTURA

APRESENTAÇÃO:

A CRIATIVA é uma empresa especializada no desenvolvimento e gestão de projetos nas áreas: social, cultural, ambiental, esportiva e organização de eventos.

Professora: M.Sc Sandra Helena Pedroso

Mestre em Sistema de Gestão de Projetos com foco em Responsabilidade Social pela UFF e bacharel em Ciências Contábeis. Diretora do Ateliê de Cultura e do Instituto Pro3. Nos últimos 32 anos exerceu diversas funções na área cultural e no cinema, tendo inclusive sido Coordenadora de Certificação da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e da Ancine. Atualmente atua como professora de Gestão Financeira na pós-graduação de Produção Cultural da UCAM entre outras instituições. E como consultora em Gestão de Projetos em diversas empresas. É Diretora da ABCR.

Data, Local e Horário:

BQ Centro de Treinamento

Rua São José, 40 – Centro – Rio de Janeiro.

Dia: 19 de Fevereiro de 2013 (Leis de Incentivo à Cultura).

Horário: 09:30 às 17:30

Objetivo do Curso:

Desenvolver competências para que os participantes possam aplicar as ferramentas de gestão para sistematização de idéias em projetos artísitico-culturais, de forma a viabilizar sua produção e buscar apoios, patrocínios e financiamentos.

Programa:

1. O que e quais são os incentivos fiscais para projetos culturais e audiovisuais

2. Incentivos fiscais federais e doações:

2.1 Projetos culturais utilizando a Lei Rouanet;

2.2 Projetos culturais utilizando o ICMS/RJ;

2.3 Projetos culturais utilizando o ISS/RJ.

Inscrições e Contato:

Telefones: (21) 3979-5472 / (21) 3437-1160

e-mail: contato@criativasocial.com

www.criativasocial.com

Investimento:

Um 1 módulo por – R$ 280,00.

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A historiadora do CCJ entrevista os historiadores da minissérie José do Egito

Dia 30 de janeiro vai ao ar a nova minissérie da Rede Record de televisão e a historiadora Elaine Herrera, do Centro Cultural Jerusalém aproveitou este período de coletivas, para entrevistar os Professores Maurício Santos e Marcio Sant’Anna, historiadores que deram consultoria para este novo empreendimento, que coloca no foco a História Antiga.

Elaine: De que forma a História é passada para a equipe de TV?

Maurício e/ou Marcio: Primeiramente devemos mostrar que a produção teledramarturgica é uma produção industrial, ou seja, vários saberes associados criam uma linguagem que resignificam o mundo.

Desta forma a pesquisa histórica começa a ser apresentada ao autor e sua equipe de roteiristas um pouco antes da construção do roteiro definitivo.

Depois que o roteiro esta pronto uma série de workshop são realizados com a equipe de produção para que todos estejam imersos no período histórico no qual a obra está situada.

Elaine: A consultoria é restrita aos autores, ou o cenário, o figurino, fazem parte do trabalho?

Maurício e/ou Marcio: Normalmente todos os envolvidos na produção assistem alguns workshops, desde os atores até a equipe técnica operacional. Já foi feito workshop para figurantes e na palestra principal até seguranças e copeiros participam.

Elaine: A consultoria acontece somente antes das gravações, ou ela permanece até a estreia?

Maurício e/ou Marcio: Na verdade permanece até o fim da exibição. Após a estreia as gravações continuam, são feitos cortes, modificações, legendas. Durante todo o processo de pós-produção pode solicitar consultoria.

Elaine: Como é o contato com os artistas? Há uma boa receptividade?

Maurício e/ou Marcio: Os atores são maravilhosos, a grande maioria é muito interessada e já vem para as aulas com uma boa bagagem de leitura. Ser um bom ator significa estudar, estudar e estudar.

Sempre recebemos e-mails com duvidas, perguntas e pedidos de indicação de leitura para eles.

Além disso, os profissionais da produção também se mostram muito interessados, visto que a consultoria histórica dará origem a gravações, construção de cenários, elaboração de figurinos e elementos de arte.

Elaine: Já que participam das filmagens, como é ver sua pesquisa tomando forma, sendo interpretada?

Maurício e/ou Marcio: É fantástico ver tomar forma uma reconstrução inteira de uma civilização antiga feita com base em nossas pesquisas. Antes só poderíamos contar com fragmentos, muitas vezes pequenos, que estão em museus ou com sítios arqueológicos.

É gratificante ver um ator usando as informações pesquisadas na composição das personagens, um gesto, um olhar que expressa muito do que sabemos sobre os povos antigos.

Elaine: Para terminar, qual é a sensação de fazer parte de uma equipe de TV, que vai levar ao ar e entrar em milhões de lares a História Antiga?

Maurício e/ou Marcio: Um sonho realizado. Há alguns anos, nós e outros historiadores sonhávamos em popularizar a história antiga no Brasil, fazer com que ela não fosse restrita apenas aos bancos da academia, mas que todos pudessem ter acesso. Então fazer parte de uma produção da dramaturgia que aborda assuntos ligados à antiguidade e adentra os lares brasileiros e desperta o interesses dos jovens pela historia é o realizar deste sonho.

Elaine: Deixem um recado para os telespectadores.

Maurício e/ou Marcio: Preparem-se para muitas emoções com esta obra. A história de José e sua família é permeada de fé, amor, inveja, perdão, ambição, sensualidade, retidão e estes sentimentos estarão presentes em cada capítulo da minissérie. Além de uma elaborada pesquisa histórica para tentarmos chegar muito próximo do funcionamento das sociedades hebraica e egípcia daquele período. Estejam conosco a partir de 30 de janeiro para acompanhar as aventuras de “José do Egito”, pela Rede Record.

Nas pontas, Professor Maurício a esquerda e Professor Marcio a direita, ao centro a autora Vivian de Oliveira e colaboradores.

Nas pontas, Professor Maurício a esquerda e Professor Marcio a direita, ao centro a autora Vivian de Oliveira e colaboradores.

 
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Publicado por em 29/01/2013 em CULTURA E SOCIEDADE, ENTREVISTA

 

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CPA/RJ – Férias!

2012 em fotos:

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Férias

O Centro de Pesquisas da Antiguidade/CCJ vai dar uma paradinha aproveitando as férias escolares e retornará em janeiro de 2013, com muitas curiosidades sobre o mundo antigo.

Nós do CPA/RJ desejamos ótimas festas e um feliz ano novo para todos, até a volta.

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Festa da Dedicação

Por pesquisadora Thássia Izabel[1]

Chanuká/ Copacabana – Rio de Janeiro

Chanuká/ Copacabana – Rio de Janeiro

Em 2012 do dia 09 ao dia 16 de Dezembro os judeus celebram a Festa das Luzes (Chanuká ou Hanukkah), também conhecida como Festa da Dedicação, já que Chanuká em hebraico significa dedicação. Uma celebração de libertação histórica, que lembra que no ano 164 a.C aconteceu o milagre da multiplicação do azeite durante oito dias e a vitória do povo judeu sob a dominação Greco-Síria.

Segundo Ausubel: “Um feito heróico realizado na Judéia, em 168 da a.E.C., os pequenos bandos insurretos de bravos judeus, sob a liderança do sacerdote Hasmoneu Matatias e de seu filho Judas Macabeu, ( “o Martelo”); derrotando os exércitos do megalomaníaco déspota selêucida, Antioco IV  ( Epifanes, “ o Deus Erguido”), depois de três anos de uma selvagem luta de guerrilha.”  

Antíoco IV (Desenho de Ralph Illgan)

Antíoco IV (Desenho de Ralph Illgan)

O interesse Greco-sirio, era obrigar o povo judeu a aceitar os costumes helênicos, proibindo a prática das leis judaicas como: ensinar a Torah, fazer circuncisão e guardar o sábado. Os dominadores ainda queriam a consagração do Templo judaico ao culto de Zeus e que lá se realizassem sacrifícios com porcos.  

É importante citar que nesse período alguns judeus aceitaram sem contestar essa aculturação e até mesmo se casaram com gregos deixando a cultura judaica. Mas um grupo grande de judeus liderados pelos Macabeus resistiu e lutou contra o exército Greco-sírio.

Quando os judeus finalmente conseguiram vencer o exército inimigo, entraram no templo notaram que o azeite para acender o candelabro (Menorah) iria durar somente um dia, porém milagrosamente o candelabro ficou acesso durante oito dias, ou seja, o tempo suficiente para se preparar um novo azeite para o castiçal sagrado, que deu nome a Festa das Luzes.

Concluído o povo Judeu durante oito dias realiza a Festa das Luzes, acendendo velas em todo o período da comemoração, comem alimentos fritos, jogam pião e dão mesadas as crianças. E desse modo os judeus festejam e recordam o milagre e a libertação ocorridos na época da revolta dos Macabeus, demonstrando assim sua dedicação para com seus costumes e tradições.    

Hanukkah

Hanukkah

[1] Thássia Izabel é graduada em História pela Faculdade Estácio de Sá e é membro do Centro de Pesquisas da Antiguidade (CPA/RJ).

 Referências Bibliográficas:

Ausubel, Nathan. Conhecimento Judaico. Rio de Janeiro: A. koogan, 1989.

Quakinin, Marc- Alain.  Symbols of  Judaism. London: Assouline, 1999.

Wrobel, Ronaldo. Nossas Festas, Celebrações Judaicas. Brasilia: Ed. Francis, 2007.

Outra fonte: http://www.cafetorah.com/portal/Hanukkah.

 
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Publicado por em 10/12/2012 em HISTÓRIA ANTIGA

 

Você Sabia? Relações conjugais.

Para os judeus as relações conjugais são uma mitsvá, ou seja, são obrigações religiosas, e por isso existem regras da lei judaica que o casal tem que cumprir, uma delas é sobre a fidelidade, e outra é a respeito da constância das relações sexuais.

O Rabino Benjamin Blech diz que o Talmud faz algumas recomendações sobre a freqüência das relações sexuais do casal pautadas na profissão.  Segundo Blech:

“para os homens autônomos, todos os dias. Para os empregados, duas vezes por semana. Para os condutores de caravanas de burros de carga, uma vez por semana. Para os condutores de caravanas de camelos, uma vez por mês. Para os Marinheiros uma vez a cada seis meses.” (Talmud Mishná Ketubot 5:6)

Existia também outra lei judaica referente as relações do casal, aonde se um homem trabalhasse próximo a sua casa e resolvesse trocar para um outro emprego que tivesse que viajar para longe, sua esposa tinha o direito segundo a lei de  impedir essa transferência, para não diminuir a freqüência de suas relações sexuais.

Com isso percebemos que a vida conjugal judaica esta intensamente ligada a área profissional, a ponto de se ter a preocupação em formular normas relacionadas a quantidade de vezes na semana ou no mês  que o  casal deveria ter suas relações. E com essas recomendações é bem provável que as esposas dos marinheiros fizessem qualquer coisa para que seus maridos trocassem de emprego.

Referências Bibliográficas:

BLECH, Rabino Benjamin.  O mais completo guia sobre Judaísmo. São Paulo: Editora Sêfer, 2004.

 
 

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Dicas de viagem do CPA/RJ!

A cidade do Porto tem lugares imperdíveis, com uma arquitetura belíssima como o Palácio da Bolsa, o Castelo do queijo, a torre dos Clérigos, o Castelo de São João da Foz, a Universidade do Porto e claro a linda vista do rio Douro e da ponte Luiz I, isso sem falar das ruas do Porto que por si só já são um cartão postal.

Lugares do período medieval, moderno e contemporâneo que encantam e remetem a História. Vale à pena conferir!

Palácio da Bolsa

Castelo do queijo

Torre dos Clérigos

Castelo de São João da Foz

Universidade do Porto

Rio Douro

Ponte Luiz I

Rua do Porto

 
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Publicado por em 15/11/2012 em CULTURA E SOCIEDADE

 

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Como é trabalhar com História fora da sala de aula?

Com intuito de mostrar o que pode ser o trabalho do historiador, o CPA/RJ perguntou para duas historiadoras que trabalham no Centro Cultural Jerusalém como é esse trabalho.

Como é trabalhar com História fora da sala de aula?

Meu nome é Elaine, sou graduada em Ciências Sociais com bacharelado em História pela Universidade de Guarulhos, e especialista em História Antiga e Medieval pela FSB.

Trabalho como historiadora e coordenadora do Setor Educativo CCJ, minhas funções são: treinar monitoras para visita guiada, produzir conteúdo para as mídias do CCJ assim como pesquisas para exposições, e cursos. Um trabalho criativo e sem rotinas, já trabalhei em sala de aula por sete anos dando aula de História no Estado, e três anos em escola particular, foi um período muito bom e gratificante, que parei para me dedicar a família.

Trabalhar como historiadora é um constante desafio, estou sempre pesquisando, ou seja, além de todas as funções a mais importante delas é a permanente leitura para atualização. Para mim é fascinante, mesmo porque sempre gostei de descobrir, de investigar, mas o mais interessante não é conhecer o recente, e sim muitos séculos atrás, o que faz com que meu foco seja a História Antiga.

Não se ganha o melhor salário em comparação com muitas outras profissões, e nossa profissionalização ainda anda as voltas, mas quando se pensa em realização, se você gosta de História não há como fugir.

Meu nome é Thassia Izabel, sou graduada em Historia pela Faculdade Estácio de Sá.

Diferente da Elaine, meu foco não era dar aula, entrei para o curso de História por sempre ter gostado dessa área, mas meu interesse era a parte da pesquisa, então procurei outros locais para atuar.

Estagiei em um centro cultural no meu sexto período, e isso ampliou minha visão, e fez com eu me interessasse mais pela área de museologia. Assim quando conclui meu curso decidi procurar outro local além da sala de aula, foi quando encontrei o CCJ que é onde atualmente trabalho como monitora e, minhas funções são: fazer a visita guiada na maquete de Jerusalém do século I, pesquisar assuntos relativos à antiguidade e elaborar projetos para o setor educativo.

Com isso, no CCJ eu acabei unindo duas áreas do meu interesse a museologia e a pesquisa, e assim tenho tido experiências interessantes na monitoria, como a troca com visitante e também um crescimento em conhecimento com as pesquisas.

 
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Publicado por em 12/11/2012 em ENTREVISTA, HISTÓRIA ANTIGA

 

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