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O CPA/RJ te leva: “Elvis Experience”

18 set

Por pesquisador Marcio Sant’Anna

Apesar de não se tratar de uma exposição sobre Antiguidade, assunto chave tratado pelo nosso blog, vale abrir uma exceção para falar um pouco de uma das melhores exposições que o Brasil recebeu nos últimos tempos: “Elvis Experience”.

Trata-se de uma mostra de alguns dos objetos pertencentes a um personagem emblemático da música mundial e já folclórico da cultura norte-americana, o “rei” do rock´n roll Elvis Presley.

Pela primeira vez na história, parte do acervo de Graceland – a mansão de Elvis na cidade de Memphis, Tenesse – deixou o museu lá existente e veio para outro país. O Brasil foi escolhido por apresentar o maior número de fãs de Elvis fora dos Estados Unidos.

Vídeo de abertura da exposição.

Do início ao fim, “Elvis Experience” proporciona uma viagem pela vida do cantor e pelo surgimento do rock. Ao entrar na exposição, os visitantes são saudados com um vídeo contendo várias passagens marcantes da vida de Elvis e informações sobre a escolha do acervo, embaladas por uma versão remixada do clássico “Suspicious Minds”.

Elvis servindo ao exército norte-americano na Alemanha.

Daí em diante o visitante faz uma viagem pela vida do artista, desde Tupelo – terra natal de Elvis – passando pelos primeiros discos lançados pela Sun Records empresariado pelo Coronel Tom Parker, pelo serviço militar na Alemanha, pelos filmes, até chegar ao acervo pessoal do “rei” contendo objetos usados em seu dia-a-dia: o aparelho de TV em que Elvis atirou ao ver uma reportagem que o criticava, objetos esportivos, telefones, carros, moto, livros, prêmios, documentos, sapatos, botas e roupas, muitas roupas.

Cabe destaque para as famosas jumpsuits, os macacões usados por Elvis em suas turnês durante a década de 1970. Algumas foram trazidas e compõem um espaço próprio onde se pode observar todos os detalhes das pedrarias, cintos e faixas que compunham o visual do astro. O famoso traje American Eagle Suit – o macacão branco com a águia norte-americana usado no concerto do Havaí, em 1973, assistido por mais de um milhão de pessoas ao redor do mundo através de transmissão via satélite – e referência para os fãs de Elvis está exposto em posição privilegiada.

O famoso macacão “American Eagle Suit” usado por Elvis no show do Havaí em 1973.

Por fim, uma sala com jornais e noticiários de 1977 relatando a morte do artista e o nascimento do mito Elvis Presley. Ao final, o visitante ainda pode deixar seu recado para Elvis escrevendo em uma parede branca enquanto vídeos são projetados ao fundo. Vale a pena conferir a lojinha oficial e também a sala seguinte onde há uma maquete da mansão Graceland e réplicas das capas dos discos de Elvis.

Deixando meu recado para o “rei” ao final da exposição.

Percorrendo essa exposição, fica a pergunta: será que o garoto pobre lá na distante Tupelo da década de 1950 em algum momento pensou em se tornar uma lenda? A resposta a essa questão é percebida ao contemplar crianças e jovens acompanhando adultos e idosos contemporâneos de Elvis. Definitivamente ele não morreu, continua sendo uma das maiores celebridades mundiais, um verdadeiro fenômeno, o único e verdadeiro “rei” do rock´n roll.

Elvis Presley: o primeiro e único “rei” do rock´n roll.

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