Fique por dentro – GEA / Grupo de Estudos da Antiguidade convida
Postado em HISTÓRIA ANTIGA em 12 12UTC Novembro 12UTC 2009 por CPA/RJO Poder Imperial Romano
Postado em CULTURA E SOCIEDADE, HISTÓRIA ANTIGA, POLÍTICA com as tags Roma em 11 11UTC Novembro 11UTC 2009 por Prof. Elaine HerreraA primeira característica do poder imperial romano estava inserida na disposição do aspirante em correr riscos. Visto que ele deveria tecer num enredado jogo de interesses, suas aspirações. O candidato deveria ter total eficiência na sua imposição, utilizando-se da imagem e da retórica.
O imperador era um aristocrata com poder absoluto, onde o elemento de seu poder era a soberania. Ele vivia em constante ambivalência, era eleito para ser o mais poderoso dos homens, mais isso lhe custava a permanente vigilância contra armações e assassinatos. Essa constante diligência era a garantia da continuidade de seu governo.

Primeiro Imperador Romano, Augusto.
A república romana não era propriedade do imperador, cabia a ele sua tutela. Os recursos humanos e naturais não lhe pertenciam. Seu poder consistia em administrar, como num rebanho em movimento. A arte de tosquiar sem arrancar a pele. Assim poderia continuar tosquiando.
Era necessário manter a fachada da república já que ela era a coluna vertebral, o pilar. O paradoxo de uma realidade construída, o despotismo mascarado pelo interesse coletivo, já que o imperador era o mandatário da coletividade com a missão pretensamente concedida pelo povo, senadores graduados e legiões. Na realidade, o que remeteria este consenso era a eficiência de sua imposição.
Os césares e os deuses estavam num degrau acima da humanidade. E eram onipresentes, ocupavam diversos espaços ao mesmo tempo. Isso trazia a conotação teórica que o povo caminhava junto ao imperador. Próximo na verdade estavam seus representantes, e a população devia-lhes obediência. O imperador estava distante, o historiador Paul Veyne[1] retrata o poder imperial romano como tão grandioso quanto remoto.
Essa superioridade dos césares despertava nas relações sociais a prudência em cultuá-los. Aos deuses evidente prestava-se um culto religioso. Aos césares que não eram divinizados, como também não eram representantes de Deus, ainda que exercessem o pontificado. O todo poderoso imperador era absoluto, aí residia o seu culto que não estava nas vias da religião, mas na do poder, um culto institucional, mais precisamente, um culto de adulação.
[1] Paul Veyne historiador e arqueólogo francês, professor de história Romana do Collège de France.
Referência Bibliográfica:
LE ROUX, Patrick. Império Romano. Porto Alegre: L&PM, 2009.
SUETÔNIO. A vida dos doze Césares. 4ª Ed. São Paulo: Ediouro, 2002.
VEYNE, Paul. O Império Greco-Romano. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
Fique por dentro
Postado em Fique por dentro com as tags Cultura em 10 10UTC Novembro 10UTC 2009 por Prof. Maurício dos SantosGoverno ateniense inaugura o Museu de Acrópoles

Vista lateral
Em junho deste ano foi inaugurado o Museu de Acrópoles, construção moderna que abriga o acervo proveniente do antigo prédio de 1874 que ficava em Kyriakos. Nas escavações para sua construção fora encontrado um grupo de estátuas que já estão em exposição.

Acropolis
O novo museu fica a menos de 300 metros da Acrópole e contou com diversas autoridades do mundo todo em sua inauguração, exceto os representantes britânicos constrangidos por não devolver as peças que foram levadas da Grécia para o museu britânico.

Akropolis Museum
O prédio foi projetado para não destoar da arquitetura antiga e foi todo construído em concreto e vidro. Do seu interior é possível observar o Parthenon e toda a cidade de Atenas. Que passar pela Acrópole, não se esqueça de conferir um dos melhores museus do planeta com seu impressionante acervo.

As cariátides originais do Erecteion

Athena em batalha

Cariátides originais do Erecteion

Entrada principal

Escavação arqueológica onde foram encontrada as principais peças

Esculturas em terracota da deusa da vitória

Frisos

Kore 682, Uma vírgem

New Acropolis Museum

Vista da Acrópoles

Vista externa

Vista frontal do museu
Você sabia…
Postado em CULTURA E SOCIEDADE, HISTÓRIA ANTIGA, VOCÊ SABIA... com as tags Grécia em 9 09UTC Novembro 09UTC 2009 por Prof. Elaine HerreraNa Grécia Antiga a preocupação com a gravidez já era uma constante na realidade das jovens para isso eram elaborados vários procedimentos que decorriam do mágico ao químico. Eram fabricadas pomadas a base de plantas como arruda, casca de pinho, folhas de salgueiro e frutos como figos e romãs. Além disso, utilizavam azeite de oliva, mel e outros óleos. Eram aplicações locais antes ou depois das relações sexuais.
De acordo com Catherine Salles “Em sua História dos animais, Aristóteles já evoca os métodos anticoncepcionais, aconselhando às mulheres o uso local de óleo de cedro, adicionado ou não com alvaiade ou incenso, antes das relações sexuais”.
A eficácia destes métodos contraceptivos era duvidosa, visto que muitas jovens engravidavam. Geralmente eram utilizados por escravas, por prostitutas mulheres e também por meninas que na mais tenra idade, tinha a responsabilidade de sustentar suas famílias, fazendo uso de seu corpo.
Acervo do Museu Arqueológico Nacional de Atenas
Referência Bibliográfica:
SALLES, Catherine. Nos submundos da antiguidade. São Paulo: Brasiliense, 1983.
Caravana para Israel
Postado em CURSOS & EVENTOS com as tags CPARJ, Israel em 6 06UTC Novembro 06UTC 2009 por CPA/RJRoteiro de dez dias
1º Dia – Rio de Janeiro /Europa
Comparecimento ao aeroporto Internacional do Rio de Janeiro para embarque com destino a uma cidade européia para conexão a Tel Aviv. Jantar à bordo.
2º Dia – Europa /Tel Aviv
Chegada a Tel Aviv. Recepção no Aeroporto e translado ao hotel. Jantar
3º Dia – Tel Aviv / Tiberiades
Após o café da manhã sairemos com destino a Tiberíades, visitando antes Jope, fazendo um mini tour por Tel Aviv. Continuação a Cesarea Marítima, onde Paulo esteve preso por dois anos. A seguir, através do Vale de Sharon, vamos conhecer o antigo Teatro Romano, as ruínas do período das Cruzadas e o Aqueduto. Visitaremos ainda o Monte Carmelo e a gruta onde viveu o Profeta Elias. Após apreciarmos a bela vista deste monte, visitaremos a Fonte de Harode, onde Gideão escolheu 300 valentes. Ida à Megito (Armagedon), prosseguindo à Tiberíades, hospedagem e jantar.
4º Dia – Tiberiades
Após café da manhã, atravessaremos de barco, o Mar da Galiléia até Cafarnaum, visita a antiga Sinagoga, prosseguindo de ônibus para o Monte das Bem Aventuranças, local onde o Senhor pregou o Sermão do Monte e realizou o milagre da multiplicação dos pães e peixes. A tarde, visitaremos o Rio Jordão onde haverá um período destinados a batismos. Retorno ao hotel e jantar.
5º Dia – Tiberiades / Jerusalém
Após o café da manhã, sairemos em direção a Jerusalém, passando por Megito. Em Nazareth visitaremos a carpintaria de José, visita a Cana da Galiléia. Visitaremos ainda cidade de Jericó, Massada. Prosseguindo a Quimran, ruínas dos essênios e vista das grutas onde foram encontrados os manuscritos do Mar Morto.
6º Dia – Tiberiades / Jerusalém
Após o café da manhã, saída para o Monte Scopus, depois, visita ao Monte das Oliveiras, de onde poderemos obter uma visita completa da antiga cidade Jerusalém. Visitaremos o Jd do Getsêmani com suas milenares oliveiras e a Basílica de todas as nações. Continuaremos para uma visita panorâmica à Cidade Nova de Jerusalém, incluindo o Parlamento, Museu do Holocausto e o Museu do Livro. Veremos a maquete da cidade, no tempo do segundo templo. Retorno ao hotel e jantar.
7º Dia – Jerusalém
Dia inteiro de visita à Cidade Velha. Monte Scopus (observatório), vista magnífica da Cidade Santa, Monte das Oliveiras, Horto de Getsêmani, gruta do Pai Nosso, atravessando Vale de Josafá chegaremos ao Monte Sião. Visita a prisão do Senhor, Tumba do Rei David e Cenáculo. Continuaremos até Muros das Lamentações, Templo para orações. Visita ao Domo da Rocha. Noite livre, jantar no hotel.
8º Dia – Jerusalém
Continuando a visita à Cidade Velha, visitaremos a Tumba do Jardim, Túmulo vazio e o Gólghota ( local da crucificação). Teremos tempo livre para celebrarmos a “Santa Ceia” após visita ao tumba de Rachel. À tarde , visita a Cidade Nova – santuário do livro, Museu Memorial do Holocausto e o Candelabro do Parlamento. Visita a Instituto Bíblico. Noite livre, jantar no hotel.
9º Dia – Jerusalém
Dias livre para atividades independentes.
10º Dia – Jerusalém / Brasil
Em horário previamente estabelecido, translado ao aeroporto em vôo com destino ao Brasil.
Saída dia 12 de fevereiro de 2010
Preço com valor individual. Em apto Duplo U$ 2.380 (dólares) Suplemento para ocup. Individual U$ 485 (dólares). Taxas aeroportuárias serão cobradas na ocasião da emissão do bilhete aéreo.Mais informações: (21) 2582-0140 Centro Cultural Jerusalém.
Você sabia…
Postado em VOCÊ SABIA... com as tags Antiguidade, Egito em 4 04UTC Novembro 04UTC 2009 por Prof. Márcio Sant'AnnaQue durante o governo do faraó Merenptah (aproximadamente entre 1224 a.C. e 1214 a.C.), filho e sucessor de Ramsés II, os egípcios realizaram uma grande campanha militar contra os líbios e, para comprovar a vitória avassaladora foram cortados e trazidos os pênis de mais de sete mil inimigos mortos nos campos de batalha. Todos foram depositados no templo de Karnak, na antiga capital egípcia Tebas, como oferendas ao deus Amon-Rá, patrono do Império egípcio.

Estela com imagem representando o faraó Merenptah abatendo os inimigos do Egito
Fique por dentro
Postado em CURSOS & EVENTOS, Fique por dentro com as tags África, Cursos, Sociedade em 3 03UTC Novembro 03UTC 2009 por CPA/RJ
A teogamia no Egito antigo: recurso de legitimação de poder
Postado em ARQUEOLOGIA, CULTURA E SOCIEDADE, HISTÓRIA ANTIGA com as tags Egito em 30 30UTC Outubro 30UTC 2009 por Prof. Márcio Sant'AnnaNormalmente no Egito antigo os faraós somente completavam seu caminho para tornarem-se divindades após a morte, quando penetravam no Mundo dos Mortos e tinham sua imagem vinculada a do deus Osíris, rei deste local. A partir daí passavam a receber culto como mais uma das divindades do panteão egípcio. Entretanto, alguns faraós não quiseram esperar a morte para gozarem deste privilégio e valeram-se de estratagemas para garantir acesso a divindade de uma forma mais rápida e ainda em vida. O caso mais bem sucedido, sem dúvida, é o do faraó Ramsés II, terceiro soberano da XIX dinastia egípcia, que governou por volta de 1279 a.C. a 1212 a.C. a maior potência da antiguidade.
Um dos recursos utilizados por Ramsés II para justificar sua divindade ainda em vida foi afirmar que seus pais eram deuses. Esta estratégia, entretanto, já havia sido utilizada anteriormente por outros reis durante no Novo Império.

Estátuas de Ptah, Amon, Ramsés II e Rá no interior do grande templo de Abu Simbel. Note que o faraó é representado do mesmo tamanho que os deuses, sendo desta forma um igual entre eles.
A primeira a fazer isso foi a rainha-faraó Hatshepsut, que se utilizou da teogamia – a união divina – para legitimar sua ascensão ao trono frente ao herdeiro escolhido pelo oráculo, Thutmés III. Para tornar passível de crença a legitimidade da rainha, o clero de Amon criou o mito do nascimento divino da soberana: a mãe de Hatshepsut, Ahmés, encontrava-se no palácio real. O deus Amon observou-a e, depois de consultar um conselho composto por doze divindades, decidiu que chegara a hora de gerar um novo faraó. O deus tomou a aparência do faraó Thutmés I, e encontrou a rainha no quarto, adormecida. Ela acordou ao sentir o perfume que emanava do corpo do esposo e o deus Amon se mostrou em toda sua plenitude. Ahmés caiu aos prantos em emoção pela grandiosidade do deus. O casal uniu-se sexualmente e depois Amon decretou que a filha que nasceria da união dos dois governaria o Egito de acordo com seus desígnios. Posteriormente, Hatshepsut mandou entalhar nos murais de seu templo funerário em Deir el-Bahari as cenas desta teogamia.
Anos depois, o faraó Amenhotep III também lançou mão da teogamia – que mandou esculpir no templo de Amon, em Luxor – baseado no exemplo deixado por Hatshepsut. Neste caso, a mãe do faraó, Mutemwia recebeu a visita de Amon na forma de seu esposo, o faraó Thutmés IV e desta forma geraram o herdeiro do trono. Tal situação visava legitimar Amenhotep III no poder, visto que seu pai não era o legitimo herdeiro do trono quando o avô, Thutmés IV, morreu, fato que poderia gerar rivalidades e alimentar disputas pelo poder.
A novidade introduzida por Ramsés II foi que tanto seu pai, quanto sua mãe seriam divinos na sua teogamia: de acordo com uma primeira versão, encontrada no templo de Abu Simbel, o faraó era filho de Mut, a deusa da guerra e de Amon, o deus solar criador do mundo na mitologia da cidade de Tebas – antiga capital do Egito – e que havia se tornado deus patrono de todo o império egípcio. No mural do templo que retrata a batalha de Qadesh, liderada por Ramsés II contra os hititas, há uma inscrição onde Amon revela o real motivo de ajudar o soberano rumo à vitória: “Estou com você, sou seu pai, minha mão está contigo”.

Ramsés II, representado entre os deuses Amon e Mut. Museu Egípcio de Turim.
Para reforçar ainda mais sua natureza divina, Ramsés II elegeu outro casal de pais divinos. Na sala hipóstila – que funcionava como uma espécie de salão de recepção do deus ao qual o templo era dedicado e cujo acesso era restrito ao faraó, aos sacerdotes, escribas e altos funcionários – do templo de Abu Simbel, aparece uma inscrição chamada “Benção de Ptah”. Nela o deus Ptah da cidade de Mênfis proclama em relação a Ramsés II: “Te fiz nascer em sua nobre mãe, porque sabia que serias um protetor e que realizaria boas ações para meu espírito. Quando você nasceu, eu te alcei perante os deuses”. Desta forma, Ramsés II seria filho do casal Ptah, deus criador do mundo e de todas as coisas de acordo com o mito de Mênfis e de sua esposa, a deusa leoa Sekhmet, filha de Rá que representava as forças da destruição.
Diante de tais progenitores, nada podia colocar em dúvida a divindade de Ramsés II.
Referências bibliográficas:
GRALHA, Júlio. Deuses, faraós e o poder: legitimidade e imagem do deus dinástico e do monarca no antigo Egito. Rio de Janeiro: Barroso Produções Editoriais, 2002. JOHNSON, Paul. História ilustrada do Egito antigo. Rio de Janeiro: Ediouro, 2002. MELLA, Federico A. Arborio. O Egito dos faraós: história, civilização, cultura. São Paulo: Hemus, 1998. MENU, Bernadette. Ramsés II:soberano dos soberanos. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002. TYLDESLEY, Joyce. Chronicle of the queens of Egypt. Londres: Thames & Hudson, 2006.Antiga no Rio – Museu Judaico
Postado em Antiga no Rio com as tags Judaismo, Passeios culturais em 29 29UTC Outubro 29UTC 2009 por CPA/RJAntiga no Rio traz pra você o Museu Judaico, localizado na Rua: México, 90, 1ª andar – Centro do Rio – telefone: (21) 2524-6451. Lá você encontrará a história da primeira religião monoteísta, objetos utilizados na cultura judaica e um pouco mais sobre a trajetória do judaísmo desde os primórdios até os dias de hoje. Confira!
Mais informações: http://www.museujudaico.org.br/
Leitura na Antiguidade
Postado em CULTURA E SOCIEDADE com as tags Antiguidade, Educação, Egito, Grécia, Israel, Mesopotâmia, Roma em 28 28UTC Outubro 28UTC 2009 por Prof. Alessandra DahyaA leitura foi uma estratégia de ensino utilizada em todos os povos da Antiguidade.
As etapas seguiam um curso natural e principalmente necessário, por conta da própria evolução de cada população: a tradição oral, onde informações eram sempre passadas por gerações, a escrita, que era o registro consequente destas informações, e a leitura, não só do que foi o resultado natural da tradição oral, como também de outras obras com intuito educativo.
Cada povo desenvolvia a leitura de modo mais aproximado à sua cultura e valores. Vejamos com mais detalhes:
Judéia - os ensinamentos sagrados consistiam no conteúdo mais lido. São muitas as fontes históricas que confirmam este dado. Por ser a base de conduta deste povo, o exercício de leitura destes registros era fundamental.
“… a escola judaica (…) destinava-se a instruir o discípulo na leitura e no entendimento da Escritura Sagrada, e no conhecimento das tradições da Lei Oral, de modo a prepará-lo para o estudo da Tora e para o Culto Divino.” (Vida e Valores do Povo Judeu. UNESCO, p.150).

Hebraico - Israel
Grécia - os poemas foram o instrumento marcante deste povo. Primeiramente, eles eram cantados, de modo intencional, para facilitar a memorização e conseqüente transmissão. Após o registro escrito destas obras, as mesmas prosseguiram como fonte freqüente de leitura.
Segundo Funari (p.21), “os gregos, durante muitos séculos, gostaram de poesias, em forma de cânticos, dedicadas a temas míticos. Por serem cantadas, podiam ser memorizadas facilmente e eram transmitidas por muitas gerações”. (…) “Até que essas histórias foram registradas por escrito por um personagem que hoje se sabe ser lendário, Homero”.

Escrita Grega
Roma - uma fonte de leitura freqüente vinha das fábulas e outros escritos que continham lições e ensinamentos morais. Veja este exemplo “reportado por Fedro, contador de história latino nascido em cerca de 30 a.C.:
Casualmente, a raposa viu a máscara.
-Que bonita! Exclamou. Mas não tem cérebro!
Isto foi dito para quem a Sorte
Deu honra e glória, mas tirou o juízo.” (Funari, p.101)

Latim - Roma
Mesopotâmia - a leitura estava diretamente vinculada aos registros de quantidades de produtos ou medidas de construção. A matemática, em todas as suas nuances fazia parte do cotidiano deste povo.
“Cada geração tinha de encontrar formas de passar à outra o conjunto de conhecimentos já adquiridos e codificados. Isso, de certo, ocorria desde a humanização do homem. A novidade aqui é que o saber ia se tornando mais complexo, mais especializado, necessitando, portanto de veículos mais adequado para sua transmissão.” (Pinsky, p.76)

Escrita Cuneiforme - Sumérios
Egito - são poucos os registros históricos que demonstram um período de leitura desvinculado da escrita. A civilização egípcia é descrita historicamente possuidora de documentação e literatura.
“… o egiptólogo não pode considerar como casual a ausência, numa sociedade como o Egipto faraônico onde o documento escrito inunda toda a esfera comunicativa do indivíduo e do Estado, de uma codificação jurídica do estatuto de escravo”.

Escrita Hieroglifica - Egito
Referências Bibliográficas:
Vida e Valores do Povo Judeu. São Paulo, Editora Perspectiva S.A.,1999. PINSKY, Jaime. As Primeiras Civilizações .São Paulo, Editora Contexto, 2006. FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. São Paulo, Editora Contexto, 2009. HARRIS, J.R. O Legado do Egito. Rio de Janeiro. Editora Imago, 1993.
